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A qualidade da água deve ser uma preocupação constante das empresas alimentícias. Mais que um agente de limpeza, ela também é um ingrediente básico na composição e no preparo de refeições. Dos produtos industrializados à comida fresca, é difícil encontrar alguma receita que não dependa, direta ou indiretamente, do líquido.

Medidas para garantir a qualidade da água

O Ministério da Saúde, por meio da Portaria 2914/2011, exige que a água utilizada no preparo de alimentos seja considerada potável. O próprio documento define critérios físico-químicos e microbiológicos que delimitam essa categoria.

Cabe aos órgãos públicos fiscalizar irregularidades e garantir que o abastecimento à população ocorra da maneira correta. Aos proprietários de restaurantes ou indústrias do ramo, compete zelar pelo seu patrimônio, denunciando às entidades quaisquer suspeitas de alteração.

Recentemente, Porto Alegre registrou casos de mau cheiro e gosto ruim na água captada do Guaíba. Segundo técnicos do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE), tratava-se de efeito da proliferação de cianobactérias junto à foz do rio Gravataí. Apesar do aspecto duvidoso, não se confirmou risco à saúde pública.

Ainda assim, melhor pecar pelo excesso que pela falta de cuidados. Sabor acentuado, odor estranho ou mesmo coloração atípica são os sinais mais óbvios de que pode haver algo errado. Contudo, há casos graves que não se manifestam de maneira tão clara.

Higienização de reservatórios controla agentes patógenos

A captação deve ocorrer em fontes seguras, devidamente testadas pelas autoridades. Uma elevada concentração de minerais, por exemplo, pode alterar a chamada dureza da água. No longo prazo, isso provoca avarias em equipamentos e utensílios de cozinha, além de prejudicar a ação de detergentes. Resumindo: prejuízo ao negócio.

A água imprópria para consumo também compromete as características nutricionais da comida. Em situações mais problemáticas, há, ainda, o risco de intoxicação alimentar, devido a protozoários e bactérias como as dos grupos Salmonella e E. Coli. Esses micro-organismos são responsáveis por gastroenterites, febre tifoide e outros males.

Os agentes patógenos se proliferam em reservatórios que não recebem a higienização adequada. Vale lembrar que pombos, ratos, baratas e mosquitos podem transitar por esses recipientes.

Portanto, recomenda-se a manutenção da caixa d’água, conforme a resolução RDC nº 216, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O texto determina que o espaço esteja livre de rachaduras, infiltrações e vazamentos, sendo usado material adequado para o revestimento. Já a limpeza deve ocorrer, no máximo, a cada seis meses.

Para certificar-se da eficácia do procedimento, é importante contar com o auxílio de uma equipe especializada. Os profissionais realizam a desinfecção bacteriológica com substâncias específicas, antes de repor a água potável. Isso mantem sua empresa livre de ameaças.

A Hoffmann oferece o serviço de higienização de reservatórios. Entre em contato conosco e tire suas dúvidas. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul. Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959. Whatsapp: (51) 99749.4400.