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Novidades e conteúdo exclusivo sobre controle de pragas.

Hoje nosso assunto é o veneno para dedetização. Muita gente se assusta com esse tema e, por falta de informações, acaba alimentando alguns mitos.

Certas pessoas acreditam que os domissanitários utilizados no controle de pragas urbanas são prejudiciais ao meio ambiente, o que não é verdade. Também tem quem confunda esses desinfestantes com agrotóxicos, quando ambos têm funções bem diferentes.

É para esclarecer essas dúvidas que estamos aqui. Continue conosco e aprenda como a desinsetização pode ser segura.

Dedetização ou controle de pragas?

Parte da confusão começa no termo “dedetização”. Essa palavra tem origem no DDT (diclorodifeniltricloroetano), um pesticida que ficou muito popular durante a Segunda Guerra Mundial. O veneno era utilizado para eliminar vetores da malária e da leishmaniose, entre outras doenças. Depois, também chegou a ser usado nas lavouras brasileiras como forma de afastar parasitas.

Não sabe ainda quais são os sinais para identificar possíveis incidentes com pragas em seu ambiente? Temos um infográfico perfeito para você, acesse clicando na imagem abaixo:

Infográfico - Sinais da presença de pragas urbanas

Ocorre que o DDT contaminava o solo e os alimentos. Os trabalhadores que manejavam a substância também sofriam de intoxicação, apresentando distúrbios respiratórios e, em alguns casos, chegando ao óbito. Por conta disso, a fabricação e a comercialização do inseticida foram proibidas no Brasil em 2009.

Em paralelo à queda do DDT, pesquisadores desenvolveram substâncias mais seguras para o manejo de pragas. As técnicas para imunização de ambientes também evoluíram, tendo em vista questões como saúde pública, proteção ambiental e bem-estar da população.

Para acompanhar a evolução dos tempos, as imunizadoras adotaram o termo “controle de pragas”, também conhecido como “desinsetização”. Embora, popularmente, a expressão “dedetização” ainda seja sinônimo para o controle de insetos, a nova nomenclatura se mostra mais adequada, até porque não carrega o estigma do passado.

Saiba mais: Tire suas dúvidas sobre dedetização de ambientes

Agrotóxicos, domissanitários e o controle de pragas

Agora chegamos à segunda confusão: o veneno utilizado na desinsetização pode ser considerado um agrotóxico? A resposta curta é: não. Vamos aos detalhes.

Agrotóxicos são defensivos agrícolas. Tratam-se de produtos utilizados em pastagens, florestas e outros ecossistemas para prevenir a disseminação de pragas rurais. Não à toa, o registro desses químicos é feito junto ao Ministério da Agricultura, da Pecuária e do Abastecimento (Mapa).

Os agrotóxicos também têm a capacidade de alterar aspectos biológicos da fauna e da flora. Eles funcionam como desfolhantes, dessecantes, estimuladores do crescimento e por aí vai.

Vale lembrar que o emprego desses recursos deve ser realizado apenas no campo, sob supervisão de técnicos responsáveis. Portanto, agrotóxicos não são adequados para o controle de pragas urbanas.

Na outra ponta, há os saneantes domissanitários de uso doméstico. Esses itens são divididos em quatro categorias, a saber:

– Produtos de limpeza (detergentes);

– Produtos com ação antimicrobiana (desinfetantes, esterilizantes);

– Produtos desinfestantes (inseticidas, raticidas);

– Produtos biológicos (limpadores de caixa de gordura).

Os venenos da dedetização entram na categoria de produtos desinfestantes. São substâncias desenvolvidas especialmente para o controle de insetos e ratos nas cidades.

Porém, eles não são inseticidas comuns, como os que você compra no supermercado. Os domissanitários utilizados pelas imunizadoras são de uso restrito. Apenas empresas licenciadas podem distribuir, comercializar e administrar essas substâncias. A autoridade responsável pelo registro é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), vinculada ao Ministério da Saúde.

Ou seja: agrotóxico e domissanitário são coisas diferentes. Enquanto o primeiro está vinculado ao campo, o segundo diz respeito à cidade e aos ambientes domésticos. Além disso, tanto o registro dos produtos quanto a fiscalização do uso competem a órgãos governamentais distintos.

Saiba mais: Por que o veneno de cupim não resolve a infestação?

Domissanitários não agridem o meio ambiente

Ok, já desmentimos os primeiros mitos. Agora resta entender como os domissanitários são considerados seguros para a natureza. Afinal, ainda estamos falando de veneno para dedetização, certo?

Sim, mas são substâncias biodegradáveis. Elas não ficam acumuladas no meio ambiente – ao contrário do plástico e dos metais pesados, por exemplo.

O segredo está na maneira como esses produtos são manejados. Se uma pessoa inalar inseticida durante a pulverização de um imóvel, ela provavelmente terá complicações de saúde. O nível de toxicidade nessas condições é bastante elevado.

No entanto, algumas horas após o procedimento de desinsetização, o prédio já pode ser reocupado. A essa altura, o efeito residual do domissanitário será nocivo apenas a formigas, baratas e outros seres indesejados. Por outro lado, pessoas, animais domésticos e até plantas não sairão prejudicados.

Para tanto, a imunizadora deve orientar seus clientes em relação às boas práticas. Confira:

Antes da desinsetização: guardar utensílios pessoais em recipientes fechados, cobrir eletrodomésticos com capas plásticas e retirar plantas e animais do local.

Durante a desinsetização: isolar a área, de modo que apenas a equipe autorizada esteja lá dentro. Os trabalhadores vestem equipamentos de proteção individual, como máscaras e luvas, e certificam-se de que as janelas estejam devidamente vedadas para evitar o vazamento de químicos.

Depois da desinsetização: retornar ao imóvel somente quando autorizado pelos profissionais. Em seguida, abrir as janelas para diminuir o cheiro forte e, por fim, limpar as superfícies com um pano úmido.

Você pode conferir detalhes desses procedimentos no nosso Manual de Recomendações.

Manual de Recomendações - Imunizadora Hoffmann

Seguindo esses passos, não há perigo para o meio ambiente nem para a saúde pública. Os domissanitários agirão apenas no controle das infestações, como deve ser.

Dicas para uma desinsetização segura

Sempre é bom reiterar que a segurança da desinsetização depende da qualidade da dedetizadora. Então, leve em conta estes critérios na hora de contratar o serviço de controle de pragas urbanas:

Licença: as imunizadoras devem estar em situação regular junto ao órgão competente. No Rio Grande do Sul, a responsável por licenciar e fiscalizar a atividade é a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam). Exija documentação atualizada.

Preço: os domissanitários certificados pela Anvisa têm um custo alto. Junto a isso, os trabalhadores que manejam esses químicos devem passar por treinamentos de capacitação periódicos. Tamanho investimento tem um custo que, invariavelmente, será repassado ao público final. Logo, desconfie de orçamentos muito abaixo da média do mercado. Eles podem ser indicativo de má qualidade.

Garantia: também é esperado que a dedetizadora ofereça garantia do atendimento prestado. Assim, caso a infestação permaneça, a equipe deverá retornar ao local para resolver o problema sem cobrar adicionais pela visita.

A Hoffmann conta com a mais alta tecnologia para controle de insetos, controle de ratos e controle de cupins e brocas. Entre em contato conosco e solicite um orçamento! Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959. Whatsapp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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