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Novidades e conteúdo exclusivo sobre controle de pragas.

Todo hóspede busca conforto. E não estamos falando só de uma cama macia, nem de conveniências como TV a cabo ou Wi-Fi. A limpeza também faz parte do pacote. Por isso, é fundamental recorrer à dedetização em hotéis e pousadas.

Esse procedimento está diretamente relacionado à qualidade do serviço. Afinal, a presença de insetos no quarto depõe contra o estabelecimento. Eles transmitem um aspecto de sujeira, descaso ou mesmo abandono das instalações.

A questão é que os seres indesejados cismam em aparecer. Por mais que sua equipe higienize as habitações, ainda assim eles dão um jeito de retornar. Desse modo, só mesmo o auxílio de profissionais para proteger o ambiente.

A seguir, vamos explicar como funciona a desinsetização na rede hoteleira, quando recorrer ao serviço e quais são as pragas mais comuns nesses locais. Fique conosco!

Principais pragas urbanas em hotéis e pousadas

São considerados pragas os insetos que se reproduzem desordenadamente dentro das edificações. Além de sujar e até danificar o mobiliário, alguns deles podem transmitir doenças, o que representa um risco à saúde da clientela.

No caso de hotéis e pousadas, qualquer bicho indesejado pode acarretar complicações. Porém, os mais temidos são os seguintes:

Percevejos

Os também chamados bed bugs podem estar na mala ou mesmo na roupa dos viajantes. Quando eles chegam a um quarto de hotel, encontram o lugar perfeito para se instalar e sobreviver.

Os percevejos costumam se esconder nas camas, nas cortinas e nos acolchoados. Vivem até um ano sem comida, mas basta o próximo hóspede aparecer para eles terem seu banquete.

É que essas criaturas se alimentam de sangue humano. Logo, picam as pessoas que estiverem por perto, causando feridas que coçam e ardem. Tá aí um perrengue que ninguém quer enfrentar durante as férias, né?

Saiba mais: Percevejos tiram o sono de qualquer pessoa

Pulgas

Outro exemplo de animal hematófago são as pulgas. Ao contrário do que muita gente pensa, elas não vivem apenas no corpo de cães e gatos.

As saltadoras se alastram pelo assoalho, nas costuras dos sofás e nos carpetes. Enquanto ainda são larvas, sobrevivem comendo a sujeira do ambiente, portanto é sempre recomendado investir numa boa faxina.

Quando chegam à fase adulta, atacam humanos para sugar sangue. O pior é que, numa infestação, apenas 5% dos insetos estão nesse estágio de maturidade.

Ou seja: se alguém encontrou pulgas no local, é bem provável que haja uma quantidade muito maior de ovos e larvas por ali.

Cupins

Os cupins não chegam a morder pessoas, mas causam outro tipo de incômodo: o estrago da mobília. Essas criaturas se instalam nas peças de madeira e vão corroendo o material de dentro para fora. O resultado é que as estruturas ficam ocas e quebradiças.

Agora imagine a cena: o hóspede chega ao quarto, se atira na cama para descansar e o estrado quebra, pois estava danificado pelos cupins. Situação constrangedora, para dizer o mínimo. Sem contar o prejuízo financeiro para substituir os móveis inutilizados.

Saiba mais: O que fazer quando o veneno de cupim falha

Baratas

Por fim, precisamos mencionar as campeãs da nojeira. Algumas espécies de barata vivem no esgoto, então encontrá-las no quarto é perigo sanitário na certa.

Vale dizer que as cascudas carregam microrganismos nocivos nas patas. Dessa forma, podem espalhar fungos e bactérias causadoras de doenças.

As infestações ocorrem onde há abrigo e fácil acesso à comida. Na rede hoteleira, a cozinha e os depósitos são pontos críticos para a proliferação de baratas. De lá, elas podem migrar pelo encanamento (ou mesmo pelos corredores) e se espalhar por todo o estabelecimento.

Como funciona a dedetização em hotéis e pousadas

A desinsetização, popularmente conhecida como dedetização, é um procedimento que cria uma barreira química na área. Essa proteção tem efeito curativo e preventivo. Isto é: elimina focos de infestação existentes e ainda impede que novos invasores se instalem.

Entre os clientes da rede hoteleria que a Hoffmann atende, está a Rede Master de Hotéis. Confira no vídeo abaixo o depoimento de Roberto Snel, Gerente de Relacionamentos da rede.

É importante contratar uma equipe licenciada pelo órgão regulador, o que garante a segurança sanitária e o cuidado com o meio ambiente. No Rio Grande do Sul, a entidade responsável pelo monitoramento dessa atividade é a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam).

Quando os profissionais chegam ao hotel, primeiro eles fazem uma investigação técnica. Essa etapa serve para identificar as espécies que estão infestando o terreno. A partir daí, fica mais fácil definir a estratégia de controle das pragas.

Alguns procedimentos podem ser realizados durante o expediente. Por exemplo, é o caso da desinsetização de baratas, que usa um produto em gel aplicado em cantos estratégicos.

Já a pulverização de domissanitário líquido, uma técnica para imunizar áreas maiores, exige a evacuação do prédio por algumas horas. Nessas situações, é melhor se planejar para não atrapalhar o fluxo de visitantes.

Se a pousada tem várias cabanas ou prédios espalhados por uma propriedade, dá para fazer a dedetização escalonada. Você pode isolar uma edificação de cada vez, mantendo as operações parcialmente.

Em empreendimentos pequenos, o melhor é fechar as portas totalmente por dois ou três dias. Nessa hipótese, recomendamos que a desinsetização seja realizada na baixa temporada, como forma de minimizar o impacto nos negócios.

Saiba mais: Cuidados após a dedetização para reocupar a área

Planejando a renovação do controle de pragas

Vale lembrar, por fim, que o efeito das substâncias químicas tem duração limitada. Isso significa que a barreira protetora só permanece ativa por alguns meses.

Antes que esse prazo expire, é necessário renovar o procedimento de dedetização em pousadas e hotéis. Assim, o risco de infestações cai drasticamente.

Para um planejamento mais eficiente do calendário, sugerimos a contratação anual da imunizadora. Essa modalidade poupa tempo e dinheiro dos gestores (acesse o link ao lado para entender os detalhes).

E fica o alerta: cada município pode ter uma legislação própria relativa ao controle de pragas em estabelecimentos comerciais. Procure informar-se sobre as regras na sua região.

No mais, esperamos que o conteúdo de hoje tenha sido útil. Se você quer outras dicas para evitar avaliações negativas em seu hotel ou pousada, baixe gratuitamente o nosso e-book:

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A Hoffmann tem mais de 35 anos de experiência em controle de pragas urbanas. Seguimos uma rígida política de qualidade para oferecer os melhores resultados a nossos clientes.

Conte conosco! Atuamos com controle de insetos, controle de ratos e controle de cupins.

Você pode solicitar um orçamento sem compromisso. Fones:  (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959WhatsApp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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