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Quando o frio chega, aumenta a preocupação com a saúde. É que as doenças de inverno se espalham nesta época. E algumas delas são bem graves.

Felizmente, existem maneiras simples de prevenir infecções. Fique conosco para saber quais são elas.

Por que as doenças respiratórias são tão comuns no inverno?

O clima seco e frio do inverno afeta diretamente as nossas defesas naturais. Por exemplo, as mucosas do nariz e da garganta ficam ressecadas. Dessa forma, os microrganismos podem invadir nossas vias aéreas com mais facilidade.

Além disso, as pessoas costumam passar mais tempo em lugares fechados, sem circulação do ar. Isso eleva a quantidade de vírus, bactérias e partículas de sujeira suspensos no ambiente, aumentando o risco de contato com patógenos.

Há, ainda, fatores comportamentais envolvidos. Com a temperatura baixa, muita gente evita a prática de atividades físicas. Já os passeios ao ar livre ficam raros, o que também diminui a exposição ao sol, essencial para sintetizar vitamina D. O resultado disso tudo é a queda na imunidade.

5 doenças de inverno mais comuns

Abaixo, listamos os exemplos mais corriqueiros de doenças de inverno. Dá para contar nos dedos quem nunca teve uma delas! Veja:

1. Gripe

A gripe é uma infecção aguda causada pelo vírus Influenza. Ela pode desencadear sintomas fortes de mal-estar, febre, dores no corpo, tosse e secreção nasal.

Esse quadro costuma durar entre sete e dez dias. Os casos mais graves requerem internação hospitalar, podendo inclusive levar à morte.

Para prevenir complicações, indica-se a vacinação anual. Ela protege contra as principais variantes do vírus em circulação. O imunizante está disponível gratuitamente, em unidades de saúde de todo o país.

2. Resfriado

Embora os resfriados às vezes sejam confundidos com gripe, os sintomas são mais brandos e duram em torno de três dias. Eles incluem espirros, coriza, congestão nasal e dor de garganta.

O número de vírus causadores dessa doença passa de 200, sendo que as infecções por rinovírus figuram entre as mais frequentes. Devido a essa diversidade, não há vacina contra resfriado comum, apenas alguns cuidados preventivos (sobre os quais falaremos adiante).

3. Rinite

A rinite é uma sensibilidade exagerada a agentes irritantes, como poeira, ácaros e microrganismos. A queda brusca da temperatura também pode ocasionar ataques em pacientes com essa alergia crônica.

Os sinais de que a crise chegou incluem coceira nas vias respiratórias, associada a obstrução nasal, coriza e muitos espirros. Eles melhoram com o tratamento adequado, prescrito por um médico.

Se você desconfia que tem rinite alérgica, procure atendimento especializado. O profissional de saúde saberá indicar as medicações corretas.

Saiba mais: A rinite atacou no inverno? Veja o que fazer

4. Asma

A asma é uma doença crônica e sem cura. Ela se caracteriza pela inflamação das vias respiratórias, que ficam inchadas e sensíveis em contato com elementos irritantes (poeira, mofo, fumaça etc.).

O principal indício de problema é a dificuldade para respirar. O paciente também pode desenvolver falta de ar, chiado no peito e tosse.

Como as causas da asma geralmente são genéticas, não há método preventivo. O que se pode fazer é buscar acompanhamento médico para controlar as crises ou evitar novos episódios.

5. Pneumonia

Entre as doenças de inverno, uma das mais preocupantes é a pneumonia. Ela é a principal causa de morte infecciosa entre adultos e crianças, segundo o Ministério da Saúde. São, em média, 66,5 mil óbitos por ano no Brasil.

A inflamação dos pulmões pode se dar por fungo, vírus ou, principalmente, bactéria. Os sintomas incluem febre alta, tosse, dor no tórax e falta de ar. Outra característica é a secreção de cor amarela ou esverdeada.

A vacina pneumocócica VPC13 é indicada para pessoas entre 50 e 59 anos, conforme avaliação médica. Ela pode evitar quadros da infecção em quem tem comorbidades.

Quem fica mais vulnerável às doenças de inverno?

Vale lembrar que qualquer pessoa está vulnerável às infecções sazonais. Ainda assim, a medicina elege alguns grupos de risco, pois esses pacientes têm mais chances de complicações. Acompanhe:

Crianças com menos de 5 anos

Os pequenos ainda estão com o sistema imunológico em formação. Portanto, ficam mais suscetíveis a doenças e alergias respiratórias, especialmente se mantiverem contato com mofo, poeira e fumaça.

Idosos acima dos 60 anos

Pessoas da terceira idade também apresentam mais complicações no inverno. Isso porque, em geral, elas têm comorbidades como diabetes, problemas cardiovasculares e doenças respiratórias crônicas. Esse quadro clínico inspira cuidados extras.

Imunossuprimidos

A mesma atenção vale para transplantados, pacientes com doenças autoimunes, pessoas em tratamento contra o câncer ou pessoas que vivem com HIV. Nesses casos, a imunidade tende a ser mais baixa, o que abre espaço para as consequências graves das doenças de inverno.

Homem assoando o nariz

Espirros e coriza são sintomas de doenças respiratórias comuns no inverno. Foto: Brittany Colette/Unsplash

Dicas para evitar as doenças de inverno

Como você viu, as enfermidades que listamos aqui têm causas diferentes e se manifestam de formas igualmente distintas. Assim, é natural que o tratamento varie conforme cada caso.

De qualquer modo, existem algumas medidas básicas para prevenir essas e outras complicações no inverno. Confira:

  1. Mantenha os ambientes arejados, de preferência com as janelas abertas;
  2. Evite locais com aglomeração de pessoas;
  3. Lave as mãos ao chegar da rua, após usar o banheiro e antes de preparar alimentos;
  4. Cubra o nariz e a boca ao tossir ou espirrar (e higienize as mãos logo em seguida);
  5. Agasalhe-se bem;
  6. Não fume nem fique perto de fumaça de cigarro;
  7. Faça faxina com frequência para diminuir a quantidade de poeira em casa;
  8. Evite o uso de carpetes, almofadas e outros objetos que possam acumular ácaros;
  9. Pratique atividade física regularmente (sob orientação médica para não forçar demais o corpo);
  10. Beba bastante água.

Saiba mais: Água contaminada – sinais de infecção e como se proteger

Sanitização ajuda na prevenção de doenças respiratórias

Outra forma de se manter saudável é investindo na sanitização de ambientes. Esse procedimento cria uma película protetora que dificulta a proliferação de vírus, fungos e bactérias. Ou seja: é uma alternativa para frear o avanço das doenças de inverno tanto em casa quanto no local de trabalho.

Vale, ainda, recorrer à sanitização de colchões, tapetes e estofados. Com sete etapas de filtragem, esse serviço atua na remoção profunda de ácaros, pelos e demais partículas causadoras de alergia. É garantia de bem-estar nesta temporada!

Quer saber mais? Então acesse nosso artigo que explica tudo sobre sanitização.

Você também pode entrar em contato com a Hoffmann para solicitar um orçamento. Fones(51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959WhatsApp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

Orçamentos para Controle de Pragas, Sanitização e Higienização de Reservatórios
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