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Um animal minúsculo é o mais letal de todas as criaturas terrestres. Segundo levantamento da Fundação Bill and Melinda Gates, o mundo registra cerca de 725 mil mortes por picada de mosquito ao ano. É um índice significativamente superior ao de vítimas de ataque de cobra, que chegam a 50 mil anualmente.

Mas o que torna esse inseto tão ameaçador? Primeiro, há a onipresença da praga. São cerca de 2,5 mil espécies no planeta, e elas estão espalhadas por todos os continentes. Além disso, muitos exemplares carregam vírus, como os causadores da malária e da dengue.

A seguir, vamos apresentar três dos gêneros de mosquitos mais perigosos na natureza. Preste atenção, pois o Rio Grande do Sul também está na zona de risco.

Conheça 3 dos mosquitos mais perigosos do mundo

A origem etimológica engana. “Mosquito” vem do termo em espanhol para “mosquinha”. A palavra no diminutivo até faz parecer que esses seres são indefesos e não fazem mal algum. Só que muitos deles carregam microrganismos bastante prejudiciais à saúde humana. Acompanhe:

Culex

O gênero Culex designa o mosquito caseiro comum, aquele de cor parda. A maioria prefere sugar o sangue de pássaros, mas o ataque a humanos nunca está descartado. Os horários de alimentação costumam ocorrer no despertar e no pôr do sol.

Das mais de mil espécies identificadas, existe uma particularmente preocupante. Estamos falando do Culex quinquefasciatus. Ele merece atenção porque pode transmitir doenças como a elefantíase e a febre de Oropouche.

A elefantíase, ou filariose linfática, é causada por vermes. Quando o mosquito pica uma pessoa, a larva cai na corrente sanguínea da vítima e se desenvolve ali. O resultado são lesões nos vasos linfáticos, causando edemas doloridos pelo corpo. O inchaço nas pernas e nos braços chega a ser desfigurante.

Já a febre de Oropouche tem sintomas similares aos da dengue – febre, dor nas articulações e náuseas, entre outros. Alguns pacientes apresentam quadros mais graves, que podem evoluir para a meningite viral.

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Anopheles

Há pelo menos 430 espécies do gênero Anopheles. O popular mosquito prego é tido como um dos mais perigosos do mundo porque cerca de 40 dessas variedades podem hospedar o parasita Plasmodium. Trata-se do protozoário causador da malária.

O Anopheles darlingi é predominante em toda a América do Sul. No Brasil, ele pode ser encontrado na região amazônica, além de estados do Centro-Oeste e do Sudeste. O inseto vive em áreas com água parada em grande volume, tais como lagoas, represas e valas. Assim como o Culex, ele se alimenta durante o crepúsculo, mas também pode ser encontrado no período noturno.

A malária é caracterizada por febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça. Em casos severos, pode haver convulsões, pressão baixa e hemorragias.

O tratamento é ambulatorial, com comprimidos distribuídos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas a doença ainda traz risco à população do planeta. De acordo com as estimativas mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), houve 214 milhões de registros de malária em 2015, com 438 mil mortes.

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Aedes

E finalmente chegamos ao maior dos vilões. O gênero Aedes tem origem nas zonas tropicais e subtropicais da Ásia e da África. Ele provavelmente migrou para o resto do globo devido ao comércio de pneus usados, já que esses itens acumulam água da chuva, tornando-se adequados para a postura de ovos.

O mosquito é preto com marcas brancas nas pernas e nas costas. Dependendo da espécie, pode carregar vírus transmissores de diversas doenças, como encefalite japonesa, febre amarela e febre do Nilo.

Por aqui, o maior perigo está na disseminação do Aedes aegypti. Ele era chamado de “mosquito da dengue”, mas, de uns tempos para cá, passou a transmitir zika e chikungunya no território brasileiro. As três enfermidades têm características parecidas, por isso é necessário o diagnóstico precoce para determinar o melhor tratamento.

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Nenhum estado do Brasil está livre do Aedes aegypti. Atualmente, o Rio Grande do Sul enfrenta um verdadeiro surto de dengue.  Dados coletados pela Secretaria Estadual da Saúde até o dia 1º de junho apontam 806 casos da doença contraídos em solo gaúcho.

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Como se proteger dos mosquitos

É praticamente impossível eliminar os mosquitos da face da Terra. Eles se reproduzem tão rápido que superam a quantidade de qualquer outro animal – com exceção, talvez, dos cupins e das formigas.

Embora esses insetos cumpram uma função importante na cadeia alimentar, é necessário que eles fiquem restritos às florestas. Na zona urbana, mosquitos são pragas perigosas ao bem-estar humano. Portanto, convém adotar algumas medidas de controle. Confira:

1. Instale telas protetoras em portas e janelas, especialmente se você habita uma região arborizada. Esse artifício protege os espaços internos tanto de mosquitos quanto de outras pragas, como aranhas, baratas e escorpiões.

2. Aplique repelente de mosquito no corpo antes de sair de casa. Lembre-se de que o Aedes aegypti atua durante o dia, ao contrário de outras espécies. Se você tiver dúvida sobre qual produto utilizar, entre em contato com um médico dermatologista. O excesso dessas substâncias pode causar irritações na pele.

3. Evite acumular lixo em terrenos baldios ou latões abertos. Os resíduos são outro chamariz de insetos. No mais, eles podem armazenar água da chuva, virando um criadouro para o mosquito da dengue, do zika e da febre chikungunya. Aliás, isso nos leva à próxima dica.

4. Não deixe água parada em vasos de plantas, pneus velhos, garrafas, latas, calhas e quaisquer outros objetos. Bastam umas gotas para que as larvas do Aedes aegypti se desenvolvam e atinjam a fase adulta.

5. Invista na desinsetização de ambientes. O serviço, conhecido popularmente como “dedetização”, cria uma barreira química no local. Isso elimina focos de infestação e evita que novos invasores se instalem no perímetro.

O controle de pragas profissional utiliza domissanitários, produtos biodegradáveis autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por isso, os resultados podem ser eficazes sem prejudicar o meio ambiente. Basta encontrar uma empresa licenciada, que siga todas as normas dos órgãos reguladores.

A Hoffmann possui mais de 30 anos de experiência no controle de insetos. Entre em contato conosco e solicite um orçamento para se livrar dos mosquitos perigosos! Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959. Whatsapp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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