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Insetos e ratos são considerados pragas urbanas. Uma infestação desses seres pode causar prejuízos materiais e ainda põe em risco a saúde pública, já que muitas espécies são transmissoras de doenças.

Sabendo de todos os perigos, por que será que é tão difícil se livrar dessas criaturas? Ou melhor: por que elas continuam convivendo nos mesmos ambientes que os humanos?

O artigo de hoje tenta responder essas dúvidas. Você também vai aprender sobre o controle de vetores e pragas urbanas, a forma mais eficaz de combater infestações. Aproveite a leitura!

O que são pragas urbanas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) define que pragas urbanas são animais que infestam ambientes nas cidades, podendo causar danos à saúde e prejuízos econômicos. Mas talvez essa explicação seja simples demais, né?

Podemos dizer que as pragas se diferem dos animais domésticos, primeiro, porque as colônias crescem desordenadamente. Quando encontram condições ideais de abrigo e alimentação, essas criaturas passam a procriar numa velocidade impressionante.

Outro problema é que elas não convivem de maneira tão harmoniosa com o ser humano. Pragas urbanas roem, mordem e picam, podendo danificar desde alimentos até objetos da casa. Isso sem contar as doenças que elas são capazes de transmitir!

10 tipos de pragas urbanas

Mas, afinal, quais seres podem ser considerados pragas urbanas (ou animais sinantrópicos, como também são chamados)? Estamos falando basicamente de insetos e roedores. A lista a seguir, embora não seja definitiva, traz alguns exemplos. Confira:

1. Cupins: esses insetos detonam móveis de madeira, papéis de parede e quaisquer outros materiais que contenham celulose. O estrago decorrente de uma infestação de cupins costuma ser grande.

2. Baratas: algumas cascudas invadem as cozinhas domésticas, enquanto outras preferem as tubulações de esgoto. O cardápio delas é bem variado, incluindo gordura, fezes e até cadáveres. Como percorrem locais muito sujos, as baratas podem espalhar fungos e bactérias por onde passam.

3. Escorpiões: esses bichos são predadores naturais das baratas, então, onde há infestação das cascudas, pode ter escorpião logo depois. O principal perigo aos humanos é a ferroada, bastante dolorida.

4. Mosquitos: quem dera o zumbido dos mosquitos fosse o único transtorno que eles causam. Muitas espécies são transmissoras de doenças. É o caso do Aedes aegypti, que pode contaminar você com dengue, zika, chikungunya e até febre amarela.

5. Moscas: esses insetos são o terror de supermercados, restaurantes e indústrias alimentícias. Isso porque as moscas, ao pousarem num alimento, liberam saliva para dissolvê-lo e ingeri-lo. O processo causa quebra na mercadoria, além de elevar o risco de contaminação.

6. Formigas: já as formigas costumam carregar microrganismos nocivos nas patas. Por isso que são tão temidas em hospitais, por exemplo: elas podem trazer bactérias que ameaçam a saúde dos pacientes.

7. Pulgas: as saltadoras infestam inclusive ambientes sem animais domésticos. É que elas podem vir nas roupas de um visitante e, em seguida, se esconder nas frestas do assoalho. Uma pulga adulta sobrevive até 200 dias sem se alimentar, e põe vários ovos ao longo desse período.

8. Traças: habitantes de lugares úmidos e escuros, as traças adoram um fundo de gaveta, ou mesmo um armário. É lá que elas destroem as roupas e os livros.

9. Ratos: tanto faz se estamos nos referindo a rato-preto, camundongo ou ratazana. Todas essas espécies de ratos são consideradas ameaças à saúde pública deixam um rastro de estragos por onde passam. Ninho de roedores em casa significa sujeira, mau cheiro e, claro, perigo de contaminação.

10. Aranhas: as espécies mais venenosas de aracnídeos vivem nas florestas, de modo que você não precisa se preocupar tanto. Ainda assim, algumas aranhas são consideradas pragas urbanas.

Diferenças entre vetores e pragas urbanas

Todas as pragas urbanas são perigosas à saúde pública – seja porque espalham sujeira, seja porque transportam parasitas consigo. Contudo, algumas delas são classificadas especificamente como vetores de doenças.

Na definição aceita pela Anvisa e listada na RDC 52, vetores são artrópodes e outros invertebrados (insetos) que podem transmitir infecções. Essa transmissão ocorre por via biológica – a partir da picada de um mosquito infectado com vírus, por exemplo – ou por via mecânica, chamada de transmissão passiva – quando os bichos carregam fungos ou bactérias nas patas.

Portanto, ao falarmos do serviço para prevenir e erradicar infestações, usamos o termo “controle de vetores e pragas urbanas”. Ele engloba, de uma só vez, as diversas ameaças ao bem-estar humano.

Por que as pragas invadem ambientes humanos

Na natureza, os animais precisam de pelo menos três fatores para sobreviver: alimento, água e abrigo. Os primeiros dois garantem a energia para as funções vitais do corpo. O último funciona, basicamente, como proteção contra predadores.

Conforme as cidades vão crescendo, as criaturas que antes moravam em campos e florestas precisam encontrar novos lugares para se instalar. Desse modo, acabam migrando para a zona urbana.

O que difere os animais sinantrópicos dos animais silvestres é, justamente, sua capacidade de conviver com a espécie humana. Eles encontram abrigo em prédios, aterros sanitários e galerias de esgoto, adaptando-se tranquilamente nesses espaços.

Para completar, há alimento e água em abundância. O cardápio dos insetos, por exemplo, não chega a ser muito requintado. Qualquer resto de comida numa caçamba de lixo, ou uma poça d’água na sarjeta, já são suficientes para garantir a longevidade dessas criaturas.

Só que todo esse processo não explica por que os animais sinantrópicos são chamados de pragas, certo? Afinal, a humanidade convive de boas com cães, gatos e outros pets.

Bem, a questão é o potencial danoso de insetos e roedores. Como já dissemos, muitos deles são vetores para doenças.

Além disso, há a falta de predadores naturais. Imagine uma infestação de cupins num móvel de sua casa: sem um animal que coma esses insetos, eles se reproduzem descontroladamente. Vale lembrar que a colônia também tem abrigo (o móvel em si) e alimento (a madeira) para continuar o ciclo reprodutivo.

Ou seja: animais sinantrópicos se tornam pragas urbanas porque se reproduzem com facilidade, nem sempre têm predadores por perto e podem causar prejuízos às pessoas. É por isso que você deve evitar a convivência com esses seres.

Saiba mais: Revelamos os principais esconderijos de insetos urbanos

Consequências positivas dos insetos para o ser humano

Antes de falarmos do controle de pragas urbanas propriamente dito, precisamos reforçar que nem todo inseto é ruim à saúde humana. Aliás, a maioria deles cumpre importantes funções na natureza.

Um exemplo são as abelhas. Elas polinizam as plantas, tornando-se essenciais para a regeneração das lavouras de frutas, legumes e grãos.

Outro caso é o dos cupins de madeira seca. Se nas cidades eles provocam apenas destruição das estruturas, na floresta eles agem como verdadeiros recicladores. Seu papel consiste em decompor árvores mortas. Mais tarde, essa matéria ajuda a nutrir o solo.

As formigas, por sua vez, escavam túneis debaixo da terra. Isso permite que o ar circule melhor por ali, contribuindo para a fertilização. O resultado é que nascem vegetais mais saudáveis.

E o que dizer da cadeia alimentar? Os pequenos seres são alimento para outros bichos. Há, até mesmo, os insetos que comem insetos, mantendo o perfeito equilíbrio da fauna no meio ambiente – e evitando que as plantações sejam dizimadas por pragas agrícolas.

Por conta de todas essas questões, reconhecemos a relevância dessas criaturas. Em última análise, elas são úteis para assegurar que a humanidade tenha alimentos.

O problema é quando elas deixam a zona rural e se instalam no perímetro urbano. Aí as desvantagens logo superam os pontos positivos.

Consequências negativas das pragas para os seres humanos

Como visto anteriormente, as pragas se adaptam com bastante destreza às cidades. No ambiente urbano, elas encontram abrigo, alimento e água à vontade. E nem sempre há predadores naturais para combatê-las. Logo, as colônias encontram as condições ideais para crescer sem freio – ainda mais no verão, época em que a umidade e o calor aceleram o metabolismo dos bichos.

À medida que a quantidade de baratas, formigas e afins aumenta perto de sua residência, crescem junto as ameaças ao bem-estar de sua família. Entre os principais perigos, podemos citar:

Transmissão de doenças

Pragas urbanas podem ser vetores para infecções. Muitas delas carregam vírus, protozoários e outros microrganismos nocivos à saúde humana. Em caso de surto, uma simples picada de mosquito pode ser o bastante para deixar você de cama por vários dias.

Contaminação da água e dos alimentos

Não é necessário sofrer um ataque direto para sentir as consequências. A contaminação pode vir dos alimentos e líquidos que você ingere. Por exemplo, e se um rato fizer xixi na sua despensa ou na caixa d’água do prédio? A urina do animal pode estar infectada com a Leptospira, bactéria causadora da leptospirose, e atingir os produtos que você consome.

Danos econômicos

Não bastasse o risco sanitário, ainda é preciso lidar com os prejuízos materiais. A presença de insetos e ratos traz sujeira, o que por si só contribui para a deterioração do mobiliário. No mais, pense num colchão com roeduras de camundongo, ou numa mesa infestada de cupim: nas situações graves, as peças não têm salvação e devem ser descartadas. Haja grana para comprar móveis novos…

Mal-estar

Barulhos durante a noite, mau cheiro nos cômodos e manchas nas paredes são outros sinais de infestação. Embora eles não sejam tão graves para sua saúde física, provavelmente afetarão o aspecto emocional. Ora, ninguém gosta de viver num lugar com aspecto de sujo e malcuidado, né? É desanimador.

Por esse motivo, você tem que adotar medidas para o controle de vetores e pragas urbanas, tanto em casa quanto no local de trabalho. É disso que vamos tratar na parte final deste artigo.

Como evitar pragas urbanas

Você se lembra dos três fatores essenciais para a sobrevivência dos animais na natureza? São o abrigo, o alimento e a água. No caso das pragas urbanas, ainda falta incluir a quarta letra a, do acesso aos lugares que servem de refúgio.

Se cortamos esses elementos, fica muito mais simples prevenir infestações. Em outras palavras, tudo se resume a bloquear o acesso dos invasores, tornar o ambiente inóspito para essas criaturas e interromper o fornecimento de comida e água. Veja dicas do que fazer:

Instale grades nos ralos para impedir que baratas subam pelo encanamento;

Use telas protetoras nas janelas, pois elas bloqueiam a entrada de mosquitos, moscas e cupins alados;

Vistorie as compras do supermercado (as baratas do tipo francesinha podem vir escondidas em meio às hortaliças);

Vede frestas no assoalho, rachaduras nas paredes e outras aberturas que possam servir de ninho para as pragas;

Faça faxinas periódicas em casa, de preferência com aspirador de pó, para remover inclusive os ovos dos insetos;

Armazene os alimentos em potes fechados, impedindo que ratos e baratas abocanhem um pedaço;

Não deixe louça suja na pia, senão as cascudas podem fazer um banquete;

Conserte vazamentos e infiltrações, já que a umidade também atrai criaturas indesejadas;

Evite o acúmulo de entulho no pátio, na despensa ou na garagem;

Jogue o lixo em latões fechados com tampa. Do contrário, vai ter mosca, rato e outros bichos rondando a matéria em decomposição.

Saiba mais: Infestação de quê? Como identificar a praga invasora

As medidas preventivas não funcionaram. E agora?

Os cuidados acima ajudam bastante, mas não evitam completamente a possibilidade de uma infestação. É que insetos e ratos sempre encontram uma brecha para invadir o imóvel.

Diante disso, alertamos para a importância de você investir no controle de vetores e pragas urbanas com domissanitário. O serviço, popularmente chamado de “dedetização”, é realizado somente por imunizadoras autorizadas.

As equipes utilizam substâncias químicas para criar uma barreira protetora no perímetro. Ela elimina eventuais focos de infestação e ainda impede que novos intrusos se alojem por ali.

Quando realizados por profissionais, os procedimentos de controle de ratos, controle de cupins e controle de insetos não agridem o meio ambiente. Para tanto, os técnicos seguem rigorosos manuais de boas práticas, além de empregar produtos autorizados pela Anvisa.

Na dúvida, verifique se a dedetizadora tem licença da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis Roessler (Fepam). Esse é o órgão que autoriza e fiscaliza a atividade de controle de pragas no Rio Grande do Sul.

A Hoffmann tem mais de 35 anos de experiência na área. Você pode contar conosco para ficar livre de baratas, ratos, moscas, cupins, aranhas e diversas outras pragas urbanas.

Entre em contato e solicite um orçamento para controle de pragas! Fones:  (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959WhatsApp: (51) 99749-4400. Atendemos em todos os municípios gaúchos.

Orçamentos para Controle de Pragas, Sanitização e Higienização de Reservatórios
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