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Novidades e conteúdo exclusivo sobre controle de pragas.

Muitos empreendedores não fazem ideia de quanto custa uma dedetização, então optam pelo orçamento mais em conta e esperam resolver o problema da infestação. Cuidado! Com essa atitude, você pode sair no prejuízo.

A seguir, vamos mostrar quais fatores incidem no cálculo para o valor do serviço. Boa leitura!

Quanto custa uma dedetização?

Antes de tudo, convém lembrar que não se utiliza mais o termo “dedetização”. A nomenclatura mais adequada é “controle de pragas”.

Dito isso, seguimos adiante. Sabe aquela história de que o barato sai caro? Pois essa realidade também se aplica a infestações de ratos, insetos e cupins.

Os serviços de desratização, desinsetização e descupinização requerem o uso de substâncias controladas. Elas precisam ser administradas por profissionais qualificados, que passem por capacitação e utilizem equipamentos de segurança.

Evidentemente, o treinamento das equipes e a aquisição de produtos de boa procedência gera um custo mínimo. Se a imunizadora opera com um valor muito abaixo da média, provavelmente está negligenciando um desses pontos. Ou o investimento em boas práticas deixa a desejar, ou os inseticidas são ineficazes.

O resultado de um procedimento de má qualidade é que o ambiente não fica protegido. Pior ainda: o manejo inadequado de substâncias tóxicas pode pôr em risco a saúde de pessoas e animais domésticos. Portanto, vale a pena averiguar qual é a política de qualidade da empresa que você contrata.

Saiba mais: Boas práticas para controle de pragas e sanitização

Como se calcula o orçamento do controle de pragas

Bom, quer dizer que o controle de pragas é caro? Não exatamente. Diversos fatores determinam o orçamento final de um procedimento dessa natureza. Entre eles, destacamos:

  • O tipo de praga presente no local, pois cada espécie demanda uma solução específica (veneno contra baratas não elimina formigas, por exemplo);
  • O grau de infestação, já que casos avançados exigem mais uso de material;
  • O tamanho da área a ser imunizada (geralmente calcula-se o preço da dedetização por m²);
  • A quantidade de iscas utilizadas, especialmente no controle de ratos;
  • O número de visitas de assistência previstas para resolver o problema.

Controle de pragas: gasto ou investimento?

Algumas pessoas acreditam que esse serviço sai caro demais. Na intenção de economizar, elas preferem tomar medidas paliativas, como recorrer a iscas e inseticidas comprados em supermercado.

Tais produtos podem até ser eficientes para capturar alguns animais, mas não agem na origem da infestação. Ou seja: o problema continua e as avarias aumentam.

Por que o controle de pragas é um investimento

Para explicar por que o controle de pragas não é gasto, mas investimento, vamos imaginar uma fábrica de calçados. Os trabalhadores lidam diariamente com couro, cola, solvente e outras substâncias inflamáveis. Sendo assim, devem tomar precauções para evitar acidentes com fogo.

Só que, por mais cuidadosa que a equipe seja, digamos que um curto-circuito cause um incêndio. Os materiais em estoque e os equipamentos viram cinzas em poucas horas. É um prejuízo irreparável – a menos, claro, que a empresa tenha seguro contra sinistros do tipo.

O dono de um negócio pode passar a vida inteira sem acionar o seguro, mas sabe que precisa se precaver. Afinal, desembolsar uma quantia pequena todo ano é mais fácil que pagar a reconstrução de um prédio inteiro.

O controle de pragas segue uma lógica parecida. A ideia é prevenir infestações em vez de remediá-las. Investir no serviço, portanto, significa investir na segurança do patrimônio.

É possível tomar medidas mais baratas, como instalar telas nas janelas, recolher o lixo com frequência e manter os ambientes sempre limpos. Porém, basta uma frestinha para que os seres indesejados invadam a edificação e comecem a se proliferar.

O resultado? Cupins comprometem a integridade da madeira, o que exige a substituição dos móveis. Ratos causam quebra no estoque de alimentos, diminuindo a margem de lucro. A presença de baratas rende multas da Vigilância Sanitária. Isso, sim, é dinheiro desperdiçado.

O barato que sai caro

Se você está pensando em pagar menos por um serviço de controle de pragas, preste atenção. Estratégias como a compra de produto em agropecuária ou supermercado podem acabar em intoxicação. Já está mais que comprovado que chumbinho para controle de ratos, por exemplo, não é uma boa técnica.

Além disso, mesmo contratando uma empresa que preste o serviço em seu ambiente, é necessário verificar alguns pontos desse fornecedor. A saber:

  • Confira as licenças de operação da empresa;
  • Saiba se ela trabalha de acordo com a RDC 622;
  • Exija diferenciais;
  • Desconfie de orçamentos abaixo da média;
  • Exija garantia.

Após contratar uma empresa, não deixe de verificar a eficácia dos serviços prestados. Avaliar o controle de pragas do ambiente é um direito seu como consumidor. Caso o resultado não seja conforme o esperado, contate a companhia e solicite uma assistência técnica.

Leia também: 9 dicas para escolher a melhor dedetizadora

Os 7 piores erros que você deve evitar ao contratar controle de pragas

Não é só o preço que influencia a contratação. Na hora de escolher a imunizadora, muitos contratantes cometem erros graves. Conheça os principais:

1. Optar pelo menor preço

Já falamos, mas não custa repetir: desconfie de valores muito abaixo do comum. São sinal de que a dedetizadora não investiu o suficiente em qualificação técnica ou, quem sabe, usa inseticidas ineficazes para erradicar as pragas.

2. Escolher uma imunizadora sem licenciamento

O controle domissanitário de pragas é uma atividade séria, fiscalizada por órgãos competentes. No Rio Grande do Sul, a entidade que regula esse tipo de trabalho é a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam).

Toda imunizadora deve obter licença da Fepam para realizar o serviço. A documentação em dia demonstra que foram cumpridas as normas relativas à sustentabilidade da operação.

3. Acreditar que uma única aplicação é suficiente

Não existem soluções milagrosas para afastar os intrusos.

Por exemplo, uma infestação de ratos exige pelo menos três visitas da imunizadora ao local, com intervalos de duas semanas entre elas. É o tempo necessário para os filhotes atingirem a maturidade e deixarem o ninho. (Antes disso, eles ficam escondidos e dificilmente são capturados por iscas ou gaiolas.)

4. Contratar um serviço sem garantia

E o que fazer se o ambiente passou pela desinsetização e, no mês seguinte, há focos de infestação de novo? Acionar a garantia, claro!

O período de assistência técnica posterior à realização do serviço deve constar no contrato. Do contrário, o prejuízo é todo seu.

5. Negligenciar a qualidade dos domissanitários

As substâncias imunizantes utilizadas no controle de pragas são conhecidas como domissanitários. Elas se diferem dos inseticidas comuns, pois atuam inclusive contra ovos e larvas de insetos. Contudo, são de uso restrito a profissionais e devem ter autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Informe-se junto à imunizadora sobre a procedência dos domissanitários empregados no controle de pragas. Procure saber, ainda, quais são as precauções para antes e depois do procedimento.

6. Não receber orientações da imunizadora

Dando sequência ao tópico anterior, é essencial contar com o apoio da equipe técnica em todas as etapas da imunização. Companhias renomadas dispõem de um manual de recomendações para seus clientes. O documento orienta quanto à ventilação, à higienização dos espaços e ao tempo de espera antes da reocupação.

Abaixo, temos um link para o manual de recomendações da Hoffmann. Acesse o banner e baixe o material gratuitamente!

7. Ignorar os prazos de renovação

Os domissanitários têm vida útil limitada, perdendo efeito após o período de garantia. Portanto, é preciso reforçar a imunização, de preferência antes do prazo de validade. Desse modo, o tratamento deixa de ser curativo e passa a ser preventivo.

Saiba mais: Qual é o prazo de validade da dedetização?

Riscos de não renovar o controle de pragas

Ignorar os prazos de renovação pode trazer consequências desastrosas. Entenda quais são os principais riscos associados a esse descuido:

Risco financeiro: infestações elevam o custo da dedetização

O que é melhor: pagar anualmente o seguro do carro ou arcar com o prejuízo de um eventual acidente? Ficar sem a apólice pode até parecer mais econômico num primeiro momento. Porém, se você se envolver numa batida, as despesas com o conserto do automóvel poderão sair bem mais caro.

É mais ou menos isso que ocorre no controle de pragas. O custo do serviço aumenta conforme o grau da infestação. Sendo assim, investir na renovação significa estabelecer um controle preventivo.

É como se você fizesse um seguro contra baratas, ratos e outras criaturas asquerosas. O custo operacional sai bem mais em conta, e a barreira protetora impede que novas colônias se instalem na área imunizada. 

Risco patrimonial: controle de pragas evita danos ao imóvel

A incidência de pragas numa edificação compromete a manutenção das estruturas. Basta pensar nos estragos causados por cupins e ratos, entre outros invasores.

Aqui, novamente, prevenir é melhor que remediar. Ao manter o controle de pragas em dia, você garante que o prédio fique livre dos seres nocivos. Esse cuidado é importante para prolongar a integridade do imóvel, de modo que os reparos de conservação não sejam tão recorrentes.

Risco sanitário: pragas urbanas transmitem doenças

Um terceiro motivo para reforçar a dedetização com frequência diz respeito à saúde pública. Pragas urbanas são vetores para diversas doenças, algumas delas fatais.

Embora o mosquito seja um dos vilões mais evidentes, devido ao perigo da dengue, não podemos nos esquecer das baratas, das formigas e dos ratos. Essas criaturas carregam microrganismos danosos, contaminando com bactérias, fungos e protozoários as superfícies por onde andam.

Risco operacional: multas da Vigilância Sanitária são pesadas

Ainda falando em saúde, cabe ressaltar que as pragas atacam os ingredientes estocados na despensa ou na cozinha. Aí, os parasitas que estavam na barata e no rato vão parar na comida. Nem precisamos explicar a consequência, né? Contaminação dos alimentos.

É para evitar problemas de saúde pública que os órgãos de Vigilância Sanitária realizam inspeções em empresas do setor alimentício, exigindo o comprovante de execução de serviço do controle de pragas. Esse documento é fornecido pela imunizadora após a realização do trabalho.

Padarias, supermercados, restaurantes, refeitórios e quaisquer outros empreendimentos do ramo estão sujeitos à fiscalização das autoridades. Quem não está com o controle de pragas em dia pode levar multa e até ter o alvará de funcionamento cancelado.

Leia também: Food Safety e boas práticas de fabricação na indústria alimentícia

Conte com a Imunizadora Hoffmann

No fim das contas, o importante é optar por uma empresa séria, que respeite as normas ambientais e ofereça garantia dos serviços. Assim você pode encarar o controle de pragas não como um custo, mas como um investimento.

A Hoffmann oferece os serviços de controle de insetos, controle de ratos e controle de cupins e brocas. Temos mais de 35 anos de experiência no mercado, sempre prezando pela excelência do atendimento. Por isso, você pode confiar em nossa equipe para um controle de pragas seguro e eficiente.

Quer saber mais? Entre em contato conosco e solicite um orçamento. Fones:  (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959WhatsApp: (51) 99749-4400. Atendemos ao estado do Rio Grande do Sul.

Orçamentos para Controle de Pragas, Sanitização e Higienização de Reservatórios
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