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O escorpião talvez seja uma das pragas urbanas mais temidas. Não é para menos: a picada desse aracnídeo é dolorosa e, em alguns casos, pode ser fatal.

Registros da presença do animal em cidades gaúchas elevaram o pânico da população. Uma das espécies mais perigosas tomou conta do noticiário em 2018 e, desde então, as pessoas buscam medidas para se proteger.

No artigo de hoje, você vai entender o que causa uma infestação, o que fazer em caso de picada de escorpião e como evitar que as criaturas se alastrem. Fique conosco para tirar suas dúvidas!

Onde vivem os escorpiões?

Esses animais têm hábitos noturnos. Eles dificilmente são vistos à luz do dia, pois esperam o sol baixar para sair procurando alimento.

Por isso, os principais esconderijos do artrópode são lugares escuros. Se você mora no campo, pode encontrá-lo embaixo de tocos de madeira ou de pedras. Na cidade, a preferência é por canteiros de obras, latões de lixo ou quaisquer pontos que acumulem entulho.

Os escorpiões também são encontrados nas tubulações de esgoto. Isso porque eles são predadores das baratas, insetos que vivem no subterrâneo. Ou seja: uma infestação de cascudas na cozinha ou na despensa pode representar um risco ainda maior, já que elas atraem outras criaturas nocivas.

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Qual é o escorpião mais perigoso?

No Rio Grande do Sul, a principal ameaça é o escorpião amarelo (Tityus serrulatus). A espécie não é nativa daqui, tendo chegado ao Estado provavelmente em caminhões carregando frutas ou madeira. Você identifica o bicho pelo tronco de coloração castanha e pelas patas e cauda amareladas.

Já houve registros desse tipo de aracnídeo em municípios de diferentes regiões gaúchas, como Três de Maio, Santa Vitória do Palmar, Arroio Grande, São Leopoldo e Canoas. Em Porto Alegre, foram pelo menos 80 aparições em 2018, ano em que a praga ganhou as manchetes dos jornais.

O temor se justifica porque o escorpião amarelo é o mais venenoso da América do Sul. Duas ou três horas após o ataque, a vítima pode apresentar sintomas como diarreia, arritmia cardíaca e confusão mental. Se houver dificuldades respiratórias, essas podem evoluir para o acúmulo de fluido nos pulmões e levar ao óbito.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde da capital, apenas o Hospital de Pronto Socorro disponibiliza o soro antiescorpiônico na cidade. A substância é administrada em casos graves – cerca de 7% dos que chegam ao HPS.

Quais outras espécies habitam o RS?

Segundo o Centro de Informação Toxicológica do Rio Grande do Sul (CIT/RS), existem outras duas espécies comuns no território gaúcho. A mais incidente é o escorpião-preto (Bothriurus bonariensis), de corpo escuro e patas num tom avermelhado. Já o escorpião manchado (Tityus costatus) se caracteriza pelas extremidades mescladas em marrom e amarelo.

Ambas as criaturas não representam o mesmo risco do escorpião amarelo. Elas podem causar um ferimento dolorido, mas sem tanta peçonha.

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Quais são os sintomas da picada de escorpião?

A primeira reação do corpo é a dor intensa, que eventualmente se estende pela área afetada. Por exemplo, se a picada ocorreu na panturrilha, a perna inteira pode ficar sensível. Em alguns casos, há queimação, latejamento ou formigamento.

Pessoas com baixa resistência ao veneno também podem apresentar manifestações sistêmicas, tais como enjoo, suor intenso, falta de ar e alteração da frequência cardíaca e da pressão arterial. As crianças são as mais suscetíveis a esses problemas, devido ao baixo peso e ao sistema imunológico frágil.

Cabe ressaltar que o escorpião não ataca seres humanos de maneira gratuita. A ferroada costuma ocorrer por acidente, quando o aracnídeo se sente ameaçado. Uma situação ilustrativa é a do indivíduo que calça um sapato onde o bicho esteja escondido. Para se defender do esmagamento, o animal reage com uma picada.

O que fazer após uma picada de escorpião?

Antes de tudo, mantenha a calma. A dor será forte, mas, em geral, o quadro não passa disso. Depois, siga estes passos:

1. Faça uma compressa de água morna sobre o local do ferimento. Isso aliviará o incômodo.

2. JAMAIS faça torniquete, incisão ou sucção na área. Elas são ineficazes para neutralizar o veneno do escorpião e podem até complicar o caso.

3. Não use gelo nem pomada, pois esses produtos modificam a cor da pele e podem atrapalhar o diagnóstico de quadros mais graves.

4. Na presença de sintomas como náuseas, sudorese e mal-estar elevado, vá à unidade de saúde mais próxima. Você também pode ligar para o plantão do CIT/RS, que presta atendimento em casos de intoxicação. Fone: 0800.721.3000. A ligação é gratuita.

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Como se proteger de uma infestação de escorpiões?

Escorpiões se refugiam em canteiros de obras e depósitos de materiais, então os trabalhadores devem ter atenção redobrada ao manipular objetos. Recomenda-se vestir luvas, botas e outros equipamentos de proteção individual. Todos esses itens precisam ser inspecionados antes do uso, pois pode haver aracnídeos nas peças de roupa.

Junto a isso, é importe garantir a limpeza do ambiente. O acúmulo de poeira, lixo e restos de comida atrai pragas urbanas, inclusive as baratas. E, como já dito anteriormente, esses insetos são alimento de escorpião.

Confira algumas medidas importantes para controlar infestações:

– Recolha o lixo espalhado em pátios e quintais;

– Mantenha a grama aparada;

– Instale telas protetoras em ralos, portas e janelas para que as criaturas não invadam o interior do prédio;

– Vede frestas em paredes, rodapés e soleiras de portas, também para dificultar o acesso e o abrigo de seres indesejados;

– Higienize fossas e graxeiras com frequência, de modo que o material orgânico não vire criadouro de baratas;

– Lave os comedouros dos animais domésticos, já que restos de ração viram alvo dos insetos.

Você também pode investir num serviço profissional de desinsetização (dedetização de escorpião) a cada três meses. O controle de pragas cria uma barreira protetora, eliminando focos de infestação e impedindo que criaturas nocivas se instalem nos arredores.

Dedetização para Escorpiões

Dedetização para Escorpiões

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A Hoffmann possui mais de 30 anos de experiência nesse tipo de serviço. Fomos a primeira empresa do Estado a conquistar o Selo de Proteção Bayer, garantia de qualidade nas operações e de proteção ao meio ambiente.

Problemas com escorpiões? Entre em contato conosco e solicite um orçamento para controle de insetos e aracnídeos. Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959. Whatsapp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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