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A febre amarela é uma doença viral transmitida por mosquitos. Embora seja mais comum em áreas silvestres, também pode tornar-se uma epidemia nas grandes metrópoles. Portanto, os cuidados se estendem a qualquer cidadão.

Ciclo urbano da febre amarela

Quando uma pessoa infectada chega à cidade, ela pode dar início ao chamado ciclo urbano da doença. Caso o paciente seja picado pelo Aedes aegypti, o inseto se torna um vetor e passa a transmitir o vírus a outros humanos.

Sim, essa é a mesma criatura responsável por males contemporâneos como dengue, zika e chikungunya. A fêmea se reproduz em água parada e limpa, mas, mesmo que os recipientes sejam esvaziados, os ovos podem resistir até um ano sem eclodir. Basta uma chuva rápida para que surjam novas larvas.

Por isso, a primeira medida para combater o avanço da febre amarela nas cidades brasileiras é higienizar e vedar possíveis criadouros do mosquito. Um serviço profissional de limpeza de reservatórios d’água colabora para eliminar não só esse, mas também outros agentes patógenos, como bactérias e protozoários.

Sintomas e riscos da febre amarela

A infecção se caracteriza por dores de cabeça, febre, perda de apetite, náuseas, vômito, dores musculares e calafrios. A fase tóxica, mais rara, inclui hemorragias, distúrbios no rim e problemas no fígado. É por causa da insuficiência hepática que alguns indivíduos apresentam icterícia, o “amarelão” na pele e nos olhos.

De julho de 2017 e 20 de fevereiro de 2018, o Ministério da Saúde confirmou 545 casos de febre amarela no Brasil. Desses pacientes, 164 foram a óbito.

O surto se concentra na Região Sudeste e no Distrito Federal. O Rio Grande do Sul não tem casos autóctones (contraídos dentro do Estado) desde 2009. Porém, o registro de um morador de Jaguarão atingido pelo vírus, durante viagem a Minas Gerais, acendeu o sinal de alerta.

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Fonte: Ministério da Saúde

Prevenção e combate à doença

O jeito mais eficaz de prevenir o contágio é por meio da vacinação. A meta da Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul é imunizar entre 90% e 95% dos gaúchos até o fim de 2018. Atualmente, esse índice está em 70%.

Quanto às áreas urbanas acometidas por uma infestação de mosquitos, a solução está no controle de insetos. O serviço deve ser conduzido por uma equipe profissional, que respeite normas de segurança e sustentabilidade.

A Hoffman realiza o procedimento em casas, escolas, hospitais, indústrias, lojas e escritórios. A garantia é de quatro meses, com assistência técnica disponível durante o período. Conte com nossa experiência. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul. Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959. Whatsapp: (51) 99749.4400.

Orçamentos para Controle de Pragas, Sanitização e Higienização de Reservatórios