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Cupim e madeira, definitivamente, não combinam. Os insetos corroem móveis e outras estruturas para se alimentar, causando prejuízos ao seu patrimônio.

O que essa praga tem de minúscula ela também tem de poderosa. Por isso, você deve encontrar medidas efetivas para controlar uma infestação. Nada de óleo de cravo nem de querosene: o serviço de descupinização só dá certo nas mãos de profissionais.

A seguir, vamos listar algumas curiosidades sobre cupins. Entenda o que torna essas criaturas tão resistentes. Veja, ainda, como dedetizar um ambiente sem interditá-lo – o que pode ser útil para empresas em plena atividade.

Curiosidades sobre cupins

Existem diversas espécies de cupim na natureza. Esses animais ajudam a aerar o solo e a decompor matéria orgânica, tornando as florestas mais férteis. Porém, na zona urbana, tal utilidade perde o sentido, frente ao poder de destruição das colônias. Entenda por quê.

1. Cupins infestam até canteiros de obras

O cupim de solo (Coptotermes gestroi) é um ser exótico que chegou ao Brasil na primeira metade do século XX. Como não havia predadores naturais por aqui, ele logo se espalhou.

Esse animal constrói o ninho no subterrâneo, em locais úmidos. Por isso, um canteiro de obras pode ser o território ideal para a instalação da colônia.

Com mandíbulas fortes, o cupim consegue perfurar paredes de alvenaria para chegar até o alimento. Ele vai do chão ao forro de madeira, passando também pelos “caixões perdidos” das lajes. Ou seja, pode infestar um prédio antes mesmo de a construção ficar pronta.

Saiba mais: Perigos dos cupins para a construção civil

2. Cupins podem causar incêndios

Essa mesma espécie de cupim subterrâneo percorre fiações elétricas. Quando os bichos chegam ao conduíte, eles produzem uma substância ácida. A mistura desse composto com a saliva e os excrementos dos insetos vai deteriorando o cabeamento.

Em outras palavras, a praga contribui para o risco de curtos-circuitos na rede – causa comum para incêndios em edificações. O problema se agrava porque muita gente usa querosene para eliminar cupins. Trata-se de um equívoco perigoso. Não só esse produto é ineficaz para barrar os invasores, como também é altamente inflamável.

3. Veneno de cupim não passa de um paliativo

Aliás, a internet está cheia de soluções que prometem afastar de vez os insetos. Óleo de cravo e óleo de laranja, por exemplo, são tidos como repelentes naturais. Infelizmente, o aroma dessas substâncias não penetra tão fundo na madeira, então dificilmente chega ao núcleo do cupinzeiro.

Já os venenos disponíveis nos mercados funcionam como paliativos. Cupim voador, conhecido como siriri ou aleluia, até que fica tonto com inseticidas comuns. No entanto, ele representa apenas parte da colônia.

A casta dos operários permanece no interior de rodapés, batentes, esquadrias, vigas e móveis. São eles que cavam os túneis e tornam a madeira oca. Poucos sobem à superfície, de modo que eles sobrevivem mesmo se houver aplicação de algum produto químico na estrutura.

Saiba mais: Por que o veneno de cupim não funciona?

4. Nem madeira de lei escapa da infestação

É verdade que o cupim de madeira seca (Cryptotermes brevis) prefere a maciez do pinho, ou até de outros materiais celulósicos, como papelão e gesso. Os móveis antigos, feitos em peroba ou jacarandá, nunca são a primeira escolha do cardápio.

Ainda assim, peças em madeira de lei ficam vulneráveis ao ataque. Isso acontece quando o grau de infestação está alto.

O mesmo vale para compensados, que passam por processos de imunização antes de saírem da fábrica. Esses tratamentos têm vida útil limitada. Resumindo, a aparente resistência do material nunca é páreo para o apetite voraz dos insetos.

5. Cupim não se alimenta de madeira

Ironicamente, o cupim não digere a madeira. Esse trabalho é feito por microrganismos presentes no intestino do animal.

Os parasitas produzem celulase, uma enzima que quebra as fibras vegetais. Depois, eles comem e processam as partículas. É na excreção que estão os nutrientes capazes de alimentar o hospedeiro.

Bactérias, protozoários e fungos podem cumprir a função de digerir a celulose. Cabe lembrar que essa grande fonte de energia dos cupins está presente não somente em móveis, mas também em papéis e tecidos. Portanto, os destruidores de um armário podem afetar, igualmente, roupas ou documentos arquivados.

Saiba mais: Móveis de luxo requerem tratamento especial contra cupins
Como acabar com uma infestação de cupim

Agora que você já sabe bastante sobre cupins, chegou o momento de abordarmos o controle de pragas. Existe um mito de que é impossível livrar-se dessas criaturas, mas, na verdade, o que acontece é um manejo inadequado das soluções.

Primeiro, você deve criar barreiras físicas para impedir o avanço de cupim com asas. As revoadas de aleluias são bastante comuns na primavera e no verão. É durante os meses quentes que os reprodutores levantam voo e saem em busca de um par para a cópula.

Instalar telas nas portas e nas janelas dificulta o acesso dos siriris ao interior da edificação. O uso de armadilhas luminosas, que capturam insetos noturnos, também pode ser útil.

Para os casos de infestação comprovada, recorra à descupinização. A popular “dedetização de cupim” pode ser feita de duas maneiras: injeção focal e pulverização.

A popular “dedetização de cupim” pode ser feita de duas maneiras: injeção focal (foto) e pulverização.

A popular “dedetização de cupim” pode ser feita de duas maneiras: injeção focal (foto) e pulverização.

Na injeção focal, aplica-se a substância curativa diretamente nos túneis escavados pelos cupins. O produto chega até o núcleo do ninho, eliminando os focos de infestação. Esse é o método recomendado para tratar móveis de luxo e outras peças delicadas.

Nos casos em que estruturas maiores estejam comprometidas, recorre-se à pulverização. Esse procedimento requer a evacuação do local por 24 horas para evitar a intoxicação dos habitantes.

Se você tem uma empresa e não pode interromper o trabalho completamente, nossa dica é escalonar a descupinização por setores. Dessa maneira, enquanto um departamento está interditado, os trabalhadores podem ser realocados para outros andares do prédio. A produtividade segue inalterada.

Manual de Recomendações - Imunizadora Hoffmann

Preste atenção: apenas imunizadoras autorizadas podem realizar o controle de cupins. Esse serviço requer conhecimento técnico para que todas as normas de segurança sejam cumpridas. Além disso, os domissanitários utilizados são diferentes dos inseticidas.

A equipe da Hoffmann tem mais de 30 anos de experiência em controle de pragas. Nós realizamos uma investigação técnica no local para identificar as espécies invasoras e o grau de infestação. Depois, empregados todas as medidas necessárias para resolver o problema.

Entre em contato conosco e solicite um orçamento para controle de cupins e brocas. Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959. Whatsapp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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