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Cupim e madeira, definitivamente, não combinam. Os insetos corroem móveis e outras estruturas para se alimentar, causando prejuízos ao patrimônio de qualquer pessoa. O que essa praga tem de minúscula ela também tem de poderosa. Afinal, acabar com cupins não é tarefa fácil. Por isso, você deve encontrar medidas efetivas para controlar uma infestação.

Mas nada de óleo de cravo nem de querosene, ok? O serviço de descupinização só dá certo nas mãos de profissionais.

A seguir, vamos listar algumas curiosidades sobre cupins. Entenda o que torna essas criaturas tão resistentes. Veja, ainda, como dedetizar um ambiente sem interditá-lo – o que pode ser útil para empresas em plena atividade.

Ciclo de reprodução dos cupins

Tudo começa na primavera, com o tempo chuvoso e quente. É nessa época que os cupins reprodutores saem em revoada. Conhecidas como siriris e aleluias, as criaturas caem ao solo, juntam-se em pares e encontram algum local onde possam fazer ninho.

Qualquer estrutura de madeira basta para o casal. Pode ser um móvel antigo, o batente de uma porta ou uma tábua do assoalho.

O rei e a rainha escavam sua câmara nupcial e começam a cópula. Do acasalamento, surgem milhões de ovos por ano, que eclodem e dão origem a três castas diferentes.

Os operários são os responsáveis por buscar alimento e por ampliar o cupinzeiro. Eles vão abrindo túneis que são uma mistura de madeira seca, material fecal e saliva. Quanto mais cupins, maiores vão se tornando essas galerias, fragilizando a mobília. É por isso que peças infestadas ficam ocas.

Os soldados protegem o território. Para tanto, têm mandíbulas poderosas e conseguem liberar secreções de defesa.

Já os reprodutores são os cupins alados – sim, aqueles que saem na primavera para dar início a novas colônias. Quando chega a época, o ciclo recomeça.

Leia também: Primavera – a estação das pragas urbanas

Curiosidades sobre cupins

Existem diversas espécies de cupim. E eles cumprem funções importantes na natureza.

Porém, na zona urbana, tal utilidade perde o sentido, frente ao poder de destruição das colônias. Entenda por quê.

1. Cupins infestam até canteiros de obras

O cupim de solo da espécie Coptotermes gestroi é originário da Ásia. Provavelmente, chegou por aqui em navios, atracando nos portos do Rio de Janeiro e de Santos entre as décadas de 1920 e 30. Como encontrou condições favoráveis, e não havia predadores naturais, espalhou-se pelas zonas urbanas do país.

Esse animal constrói o ninho no subterrâneo, em locais úmidos. Desse modo, um canteiro de obras pode ser o território ideal para a instalação da colônia.

Com mandíbulas fortes, o cupim aproveita qualquer brecha para ir em busca do alimento. Chega a corroer paredes e até fiações elétricas para atingir seu objetivo. Por isso, essa espécie pode ser encontrada no forro das casas e nos chamados caixões perdidos – peças de madeira instaladas em lajes de concreto.

Ou seja: a infestação às vezes surge num prédio antes mesmo de a construção ficar pronta. Portanto, é importante tomar atitudes preventivas, como:

  • Realizar investigações técnicas periódicas no canteiro de obras, com equipe especializada em controle de pragas;
  • Escolher técnicas construtivas que dificultem o acesso dos invasores;
  • Investir em madeira tratada e outros produtos resistentes a pragas;
  • Inspecionar materiais e até os caminhões de transporte, pois os insetos podem vir na carroceria;
  • Remover entulhos frequentemente, já que cupins podem se alimentar de papelão e outros materiais celulósicos acumulados.

Confira no vídeo abaixo um caso real de infestação por cupins de solo e entenda mais sobre o enorme poder de destruição dessa praga.

2. Cupins podem causar incêndios

A mesma espécie de cupim subterrâneo percorre fiações elétricas. Quando os bichos chegam ao conduíte, eles produzem uma substância ácida. A mistura desse composto com a saliva e os excrementos dos insetos vai deteriorando o cabeamento.

Em outras palavras, a praga contribui para o risco de curtos-circuitos na rede – causa comum para incêndios em edificações.

O problema se agrava porque muita gente usa querosene para eliminar cupins. Trata-se de um equívoco perigoso. Não só esse produto é ineficaz para barrar os invasores, como também é altamente inflamável.

3. Veneno de cupim não passa de um paliativo

Aliás, a internet está cheia de soluções que prometem acabar com os cupins de vez. Óleo de cravo e óleo de laranja, por exemplo, são tidos como repelentes naturais. Infelizmente, o aroma dessas substâncias não penetra tão fundo na madeira, então dificilmente chega ao núcleo do cupinzeiro.

Já os venenos disponíveis nos mercados funcionam como paliativos. Cupim voador até que fica tonto com inseticidas comuns. No entanto, siriris/aleluias representam apenas parte da colônia.

A casta dos operários permanece no interior de rodapés, batentes, esquadrias, vigas e móveis. São eles que cavam os túneis e tornam a madeira oca. Poucos sobem à superfície, de modo que eles sobrevivem mesmo se houver aplicação de algum produto químico na estrutura.

Saiba mais: Por que o veneno de cupim não resolve a infestação?

4. Nem madeira de lei escapa da infestação

É verdade que o cupim de madeira seca (Cryptotermes brevis) prefere a maciez do pinho, ou até de outros materiais celulósicos, como papelão e gesso. Os móveis antigos, feitos em peroba ou jacarandá, nunca são a primeira escolha do cardápio.

Ainda assim, peças em madeira de lei ficam vulneráveis ao ataque. Isso acontece quando o grau de infestação está alto.

O mesmo vale para compensados, que passam por processos de imunização antes de saírem da fábrica. Esses tratamentos têm vida útil limitada. Resumindo, a aparente resistência do material nunca é páreo para o apetite voraz dos insetos.

Leia também: Encontrou cupins nos móveis de casa? E agora?

5. Cupim não se alimenta de madeira

Ironicamente, o cupim não digere a madeira. Esse trabalho é feito por microrganismos presentes no intestino do animal.

Os parasitas produzem celulase, uma enzima que quebra as fibras vegetais. Depois, eles comem e processam as partículas. É na excreção que estão os nutrientes capazes de alimentar o hospedeiro.

Bactérias, protozoários e fungos podem cumprir a função de digerir a celulose. Cabe lembrar que essa grande fonte de energia dos cupins está presente não somente em móveis, mas também em papéis e tecidos. Logo, os destruidores de um armário podem afetar, igualmente, roupas ou documentos arquivados.

6. Cupins têm papel importante na natureza

Como usam a celulose das plantas para obter alimento, os cupins ajudam a decompor madeira morta. Também colaboram para aerar e drenar a terra, tarefa indispensável à fertilidade das florestas.

O cupim de montículo (Cornitermes cumulans), em especial, realiza verdadeiras obras de engenharia. O cupinzeiro tem dutos que aproveitam as correntes de ar para regular a umidade e a temperatura internas.

Essa habilidade inspirou cientistas da Universidade de Loughborough, na Inglaterra, a realizarem um projeto para a construção de casas ecológicas.

Contudo, vale frisar: essas vantagens só existem na natureza. Quando falamos de zonas urbanas, cupim é considerado praga e deve ser eliminado. Até porque ele invade os lugares mais inusitados, como mostramos no vídeo abaixo:

Como acabar com cupins em caso de infestação

Agora que você já sabe bastante sobre eles, chegou o momento de falarmos sobre como acabar com os cupins. Existe um mito de que é impossível livrar-se dessas criaturas, mas, na verdade, o que acontece é um manejo inadequado das soluções.

Primeiro, você deve criar barreiras físicas para impedir o avanço de cupins com asas. Instalar telas nas portas e nas janelas dificulta o acesso dos siriris ao interior da edificação. O uso de armadilhas luminosas, que capturam insetos noturnos, também pode ser útil.

Saiba mais: Livre-se dos insetos noturnos usando a armadilha luminosa

Para os casos de infestação comprovada, recorra à descupinização para acabar com cupins. A popular “dedetização de cupim” pode ser feita de duas maneiras: injeção focal e pulverização.

Na injeção focal, aplica-se a substância curativa diretamente nos túneis escavados pelos cupins. O produto chega até o núcleo do ninho, eliminando os focos de infestação. Esse é o método recomendado para tratar móveis de luxo e outras peças delicadas.

Nos casos em que estruturas maiores estejam comprometidas, recorre-se à pulverização. Esse procedimento requer a evacuação do local por 24 horas para evitar a intoxicação dos habitantes.

Se você tem uma empresa e não pode interromper o trabalho completamente, nossa dica é escalonar a descupinização por setores. Dessa maneira, enquanto um departamento está interditado, os trabalhadores podem ser realocados para outros andares do prédio. A produtividade segue inalterada.

A popular “dedetização de cupim” pode ser feita de duas maneiras: injeção focal (foto) e pulverização.
A popular “dedetização de cupim” pode ser feita de duas maneiras: injeção focal (foto) e pulverização.

Descupinização no inverno ajuda a acabar com cupins

Lembra que as revoadas de cupins costumam ocorrer na primavera? O clima mais quente indica aos insetos que é hora de sair do ninho. Então, quando você percebe, há bichos sobrevoando em torno da lâmpada ou largando asas por todo canto.

Só que a cena nem sempre significa invasão. Muitas vezes, as criaturas já estão no interior das peças de madeira há meses. Talvez elas passem despercebidas em sua casa ou seu escritório, mas não quer dizer que não existam ali.

A questão é que os cupins diminuem o ritmo de destruição durante o inverno. As temperaturas baixas fazem com que o organismo dos insetos trabalhe mais devagar, retardando, inclusive, o ciclo de reprodução da colônia.

Atenção: o cupim sobrevive ao frio. Mesmo que você não encontre farelos – o principal indício de infestação –, pode haver milhares de criaturas escondidas no ambiente. Elas apenas aguardam a próxima oportunidade para sair em revoada (e assustar as pessoas).

Ainda assim, o inverno é a melhor época para recorrer ao controle de cupins (descupinização). Com a colônia em “ritmo de férias”, fica fácil conter o avanço dos insetos antes que eles causem ainda mais avarias.

Manual de Recomendações - Imunizadora Hoffmann

Conte com a Hoffmann para o controle de cupins

Por fim, fica o alerta: apenas imunizadoras autorizadas podem realizar o controle de cupins. Esse serviço requer conhecimento técnico para que todas as normas de segurança sejam cumpridas. Além disso, os domissanitários utilizados são de uso exclusivo dessas empresas – e bem mais potentes que os inseticidas de supermercado.

A dedetização de cupim também cria uma barreira protetora na área. Isto é: além de resolver a infestação atual, o procedimento bloqueia o acesso de novos invasores. São as chamadas ação curativa e ação preventiva.

Precisa desse serviço para acabar com cupins? Então procure a Hoffmann. Nossa equipe tem mais de 35 anos de experiência em controle de pragas.

Nós realizamos uma investigação técnica no local para identificar as espécies invasoras e o grau de infestação. Depois, empregamos todas as medidas necessárias para resolver o problema.

Entre em contato conosco e solicite um orçamento para controle de cupins. Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959WhatsApp: (51) 99749-4400. Atendemos ao estado do Rio Grande do Sul.

Orçamentos para Controle de Pragas, Sanitização e Higienização de Reservatórios
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