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Se você tem um depósito, galpão ou armazém em sua empresa, provavelmente já recorreu a uma solução para matar ratos. Esses ambientes oferecem condições ideais para a proliferação da praga, como espaço e material de sobra para a confecção do ninho.

Ocorre que, muitas vezes, as estratégias para capturar e eliminar as criaturas invasoras dão errado. Os roedores têm comportamento neofóbico, isto é, temem novidades. Por conta disso, passam longe das armadilhas – e fogem dos humanos.

O risco à segurança também deve ser considerado. Algumas substâncias, vendidas ilegalmente como raticidas, não possuem eficácia comprovada. Pior ainda, podem causar intoxicação em pessoas.

É por essas e outras que o controle de ratos precisa ser conduzido por profissionais. A seguir, vamos explicar tudo o que você deve saber para proteger seu patrimônio. Veja como afastar pragas sem causar danos ao meio ambiente nem comprometer a saúde dos funcionários.

Chumbinho não mata ratos

Em primeiro lugar, vale o alerta sobre supostos venenos para rato que circulam no mercado. Um dos mais populares é o chumbinho, que leva esse apelido devido à cor cinza e ao aspecto granulado, parecendo esferas de chumbo.

Diferentes produtos desse tipo são comercializados ilegalmente como raticidas. Eles chegam até o consumidor por meio de contrabando ou roubo de carga.

Em geral, aquilo que o público conhece como chumbinho são, na verdade, agrotóxicos para combater insetos nas lavouras. Ou seja: a fórmula não contém qualquer princípio ativo comprovadamente eficaz contra roedores.

É o caso do aldicarbe. Esse, além de inútil para resolver a infestação, teve sua venda proibida no Brasil em 2012.

Saiba mais: 7 sinais de infestação por rato

Nem vamos mencionar os perigos legais de adquirir carga roubada. A questão é que os falsos raticidas tampouco apresentam informações sobre o manuseio correto do composto. Assim, o usuário corre risco de utilizar altas quantidades de um químico extremamente tóxico.

Imagine empregar um veneno desses em sua despensa. É bem provável que os itens armazenados ali fiquem contaminados. Os alimentos se tornarão impróprios para o consumo.

Também há a possibilidade de intoxicação. Pessoas que mantenham contato direto com a substância proibida podem apresentar náuseas, sudorese, diarreia, tremores e taquicardia. Esses sinais exigem atendimento médico urgente.

Para mais informações, consulte o Centro de Informação Toxicológica do Rio Grande do Sul (CIT/RS). Plantão: 0800.721.3000.

Métodos para controle de ratos em depósitos e armazéns

Se o chumbinho não funciona, o que fazer para matar ratos? Bem sabemos que a urina dessa praga pode transmitir leptospirose e outras doenças. Portanto, é necessário encontrar meios de manter os intrusos longe de seu local de trabalho.

A seguir, sugerimos cinco boas práticas para o controle de pragas. Talvez você esteja negligenciando um desses pontos!

1. Abra espaço entre as prateleiras

Os ratos constroem ninhos com os materiais que encontram à disposição. Pedaços de papel, de tecidos e até das próprias fezes ajudam a construir a morada.

A tarefa fica ainda mais fácil se houver montes de entulhos por perto. Por isso, você deve tomar cuidado para não superlotar o depósito com coisas demais.

Ao organizar o setor, mantenha distância entre as estantes e a parede. Em seguida, armazene cada item numa prateleira específica, de preferência em recipientes fechados. Essa dica é ainda mais importante quando lidamos com cereais e outros alimentícios, pois esses artigos compõem a dieta dos roedores.

Saiba mais: Dicas de organização para estoque e almoxarifado
2. Invista na limpeza do ambiente

É normal que o salão da loja ou a cozinha do restaurante recebem mais atenção. Afinal de contas, é por lá que circula a maioria do público, então a faxina acaba sendo frequente.

Porém, não se esqueça das unidades de estoque. Elas também devem ser higienizadas com regularidade.

Use aspirador de pó para remover a poeira das estruturas. Aproveite, ainda, para conferir se há embalagens de alimentos rompidas. A exposição desses ingredientes ao ar livre atrai baratas, formigas e, claro, ratos.

Inclusive, você pode instituir a política de proibir lanches dentro das dependências do depósito. Lembre-se: qualquer farelo vira isca de pragas.

3. Remova o lixo

O lixo é outro fator agravante em infestações de roedores. Os dejetos secos servem de matéria-prima para a construção dos ninhos. Já os restos de alimentos podem saciar a fome dos seres indesejados.

Na empresa, as lixeiras devem ser esvaziadas diariamente. Enquanto o caminhão de coleta não passa, armazene os rejeitos numa área afastada das estações de trabalho.

Dê preferência a caçambas e latões com tampa. Desse modo, as pragas não terão acesso ao interior das estruturas.

No mais, evite o acúmulo de lixo e entulho em canteiros de obra, garagens ou pátios. Eles podem servir de moradia para bichos.

4. Instale barreiras nas aberturas

Cada espécie de invasor tem hábitos diferentes. Camundongos e ratos-pretos convivem bem dentro das paredes ou no forro das edificações, ao passo que as ratazanas preferem as tubulações de esgoto.

De qualquer modo, essas criaturas podem ficar desalojadas em épocas de chuva. As bocas de lobo da cidade transbordam e os ratos são forçados a procurar abrigo em zonas secas.

Para evitar uma migração em massa ao seu prédio, instale barreiras físicas nas aberturas. Grades nos ralos, telas nas janelas e placas de ferro na base dos portões são recursos eficazes.

Saiba mais: Ratos ou baratas – quais são os mais ameaçadores?
5. Contrate o serviço de desratização

Ok, até agora falamos de táticas para o controle de ratos. Mas e se todos esses cuidados falharem e os dentuços conseguirem se alojar no seu estabelecimento? Realmente, aí só resta matá-los.

Essa é uma missão para especialistas. Os profissionais de desratização realizam uma investigação técnica no local para identificar os focos de infestação. Depois disso, espalham iscas em pontos estratégicos para capturar os roedores.

O procedimento também pode contar com a aplicação de desinfestantes químicos. Os domissanitários são autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, quando administrados da forma correta, não oferecem risco ao meio ambiente.

A popular “dedetização de ratos” cria uma barreira protetora na área imunizada. Dessa forma, além da função curativa, ela tem caráter preventivo, impedindo que novas criaturas invadam o ambiente.

Atenção: contrate uma equipe que possua licença da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (Fepam). Essa é a entidade que autoriza e fiscaliza o controle de pragas no Rio Grande do Sul. O documento é uma garantia de que o processo será conduzido de acordo com os manuais de boas práticas.

Manual de Recomendações

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