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A pandemia de Covid-19 botou países inteiros de quarentena e causou milhões de mortes ao redor do mundo. Tudo por culpa do SARS-CoV-2, um parasita invisível que se transmite pelo ar. Diante dessa ameaça, muitas empresas e autoridades públicas perceberam a importância da sanitização contra coronavírus e outros microrganismos.

Esse serviço funciona como um tratamento de choque, eliminando agentes infecciosos do ambiente em poucos minutos. Claro que o procedimento não substitui outras medidas para evitar o contágio – como distanciamento social, uso de máscara e ventilação dos espaços –, mas ajuda bastante, principalmente em locais com alta circulação de pessoas.

Nos próximos parágrafos, você vai entender como funciona a sanitização no combate ao coronavírus. Veja, também, qual é a frequência ideal para essa prática em residências, empresas e outras instituições.

O que é sanitização contra o coronavírus?

No início da pandemia, você deve ter visto na TV alguns profissionais, usando máscaras e trajes de proteção, espalhando um produto em ruas e hospitais. A sanitização de ambientes é feita dessa forma.

As aplicações consistem na pulverização de quaternário de amônio de quinta geração, seguindo recomendação do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O produto atua na eliminação de vírus, fungos, bactérias e outros microrganismos, incluindo o SARS-CoV-2, o coronavírus causador da covid.

O maior benefício da sanitização no combate ao coronavírus é deixar o ambiente “zerado”, ou seja, livre de qualquer agente patógeno que possa estar depositado nas superfícies. Assim, diminui-se o risco de novos contágios a partir do toque.

Imagine o seguinte exemplo: se um portador da Covid-19 tiver resíduos do vírus em suas mãos e encostar em um corrimão, a pessoa que tocar no mesmo local em seguida ficará com o vírus nas palmas e nos dedos. Caso leve as mãos aos olhos, ao nariz ou à boca antes de higienizá-las, é muito provável que ela se contamine.

Sanitização é muito mais que limpeza

Sanitizar é diferente de limpar. A equação é a seguinte:

HIGIENIZAÇÃO = LIMPEZA + SANITIZAÇÃO

A LIMPEZA elimina sujidades visíveis a olho nu, como mofo e poeira, enquanto a SANITIZAÇÃO acaba com os microrganismos. Já a HIGIENIZAÇÃO é um resultado da limpeza seguida pelo processo de sanitização. Elas são ações complementares, então, para algo estar realmente higienizado, precisa passar pelas duas etapas.

Observe que a sanitização somente ocorre com substâncias e equipamentos específicos para cada caso. Os produtos utilizados pela Hoffmann são indicados pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa para desinfecção de superfícies. Conforme orientação da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, o coronavírus é controlado após dez minutos em contato com o quaternário de amônio.

É importante salientar que a utilização de produtos inadequados, ou preparados de forma errada, pode trazer riscos às pessoas e aos objetos, como alergias, corrosão e desgaste. Por isso, a sanitização contra coronavírus e outros agentes patógenos deve ser conduzida por profissionais, que seguem rigorosos manuais de boas práticas para garantir a segurança do procedimento.

Saiba mais: Entenda a diferença entre limpeza e desinfecção de ambientes

Como é o processo de sanitização contra o coronavírus?

Primeiro, é preciso dizer que não existe apenas um processo de sanitização, muito pelo contrário: existem vários! Cada um é adequado a determinado objetivo.

Só para ilustrar, quando falamos em sanitização de colchões, tapetes e estofados, o procedimento conta com uma máquina especial que realiza sete etapas de filtragem para eliminar ácaros, fungos, vírus e bactérias presentes nesses materiais. O processo é altamente indicado para pessoas que apresentam alergias e problemas respiratórios, além de ser recomendado no início das estações mais frias para melhorar a qualidade de vida no inverno.

Já quando a sanitização é no interior de um veículo, o ozonizador pode ser usado. O aparelho desinfeta o ar, eliminando mofo, ácaros, bactérias e uma série de outros micróbios. Além de portátil, ele consome pouquíssima energia e não tem contraindicação a pessoas alérgicas, já que não utiliza químicos. Pode eliminar, também, odores como o do cigarro.

Finalmente, na sanitização de ambientes contra o coronavírus, é realizada a pulverização do produto, que tem “efeito de choque” ao agir sobre as superfícies. Isso significa que ele desabilita qualquer microrganismo após dez minutos de contato, acabando com o poder infeccioso do SARS-CoV-2 e de outras ameaças invisíveis.

Vale ter em mente que a sanitização atua sobre os agentes contaminantes que já estavam no local, não impedindo o contágio entre as pessoas ou a contaminação posterior do entorno. Ainda assim, esse é um método bem eficaz de prevenção à Covid-19.

Saiba mais: Tudo que você precisa aprender sobre sanitização de ambientes

Pense, por exemplo, nas salas de autoatendimento de um banco. Cada caixa eletrônico é tocado milhares de vezes por dia, por centenas de indivíduos. Se alguém com o vírus, mesmo estando assintomático, espirrou próximo ao teclado sem cobrir a boca apropriadamente, ou tinha gotículas de saliva contaminadas na mão, isso pode ter sido transmitido ao terminal. Depois, tem chances de contaminar várias outras pessoas.

A mesma dinâmica vale para botões de elevador, bancos de praça, maçanetas, carrinhos de supermercado, máquinas de cartão de crédito, enfim, tudo que pode ser tocado pelo público. Com o procedimento de sanitização, é como se o ambiente ficasse “resetado” de riscos, tornando-se seguro para ser utilizado.

No vídeo abaixo, tiramos dúvidas e abordamos algumas verdades sobre a sanitização no combate à Covid-19:

Em quais locais a recomendação para sanitização é ALTA?

É um engano pensar na sanitização como um procedimento adequado apenas para a área da saúde. Empreendimentos de vários segmentos podem se beneficiar dos efeitos dessa prática.

Mas atenção: existem situações específicas para usar cada produto! Você ficaria feliz com uma solução de água sanitária sendo pulverizada nos seus móveis, nas cortinas e na roupa de cama? Ou gostaria que produtos corrosivos tivessem contato com os equipamentos do seu escritório? Claro que não! Portanto, sempre procure profissionais para prestar esse serviço com todo o cuidado necessário.

Confira, a seguir, cinco locais em que a sanitização deveria ser realizada com frequência para proporcionar um ambiente mais saudável às pessoas.

1. Hospitais e clínicas de saúde

Todos os estabelecimentos de saúde são as indicações mais óbvias para a “sanitização obrigatória”. E o motivo é muito simples: ali haverá a maior concentração de pessoas doentes, com potencial de contaminação e contágio.

Clínicas, hospitais e consultórios são ambientes que devem estar sempre livres de agentes patógenos, isto é, microrganismos que podem agravar as condições de saúde humana. O cuidado é ainda mais importante no inverno e na primavera, quando mais gente sofre com doenças respiratórias.

A circulação de pessoas com covid pode deixar, por onde elas passam, algum resquício do vírus. Até mesmo os equipamentos de proteção individual (EPIs) dos profissionais da saúde são atingidos.

Dessa forma, é necessário investir na sanitização de ambientes. Ela pode diminuir os pontos de contaminação das equipes, dos pacientes e de seus acompanhantes.

O produto aplicado é capaz de eliminar vírus, fungos e bactérias que já estavam lá. Em outras palavras, além da questão viral, o trabalho de sanitização da Hoffmann proporciona proteção bacteriológica, garantindo eficiência na prevenção e no combate de diversas infecções.

Outros estabelecimentos que devem realizar a sanitização são as Unidades Básicas de Saúde (postos de saúde), os laboratórios, as farmácias e as clínicas veterinárias.

2. Comércio e serviço

Quantas vezes você deixou de ir ao mercado durante a quarentena? E ao banco? Esteve na farmácia? Esses são locais muito frequentados, e que precisam da sanitização para garantir a saúde dos clientes e dos colaboradores.

Não só o coronavírus, mas outros agentes permanecem ativos por horas – ou dias – em algumas superfícies, inclusive nas embalagens de produtos. Agora digamos que você esteja dentro do supermercado: quantas pessoas tocaram no carrinho de compra antes de você? Quantas apalparam as frutas? Quantas manusearam cada item das prateleiras antes de você colocá-los no carrinho e levá-los para casa?

Na hora do pagamento, o perigo continua. As moedas do troco já passaram por várias mãos, a maquininha do cartão de crédito foi usada centenas de vezes…

O exemplo do supermercado vale para todos os estabelecimentos em que circulam muitas pessoas interagindo com produtos, mobiliário, equipamentos e com o próprio ambiente. Outros exemplos de comércio e serviços de alto fluxo que devem realizar a sanitização são pecuárias, pet shops, padarias, farmácias, hotéis, academias e centros comerciais.

3. Indústrias

No início da quarentena, somente as atividades industriais essenciais podiam continuar em operação. A restrição foi flexibilizada posteriormente, permitindo o retorno à produção para os demais setores, desde que houvesse medidas preventivas para zelar pela saúde dos trabalhadores e de suas famílias.

De todos os segmentos industriais, um dos mais atentos à sanitização é o alimentício, que precisa seguir rígidas regras sanitárias para ter a liberação de comercialização de seus produtos em nível municipal, estadual, federal ou mesmo internacional. Garantir um alimento seguro depende de muitas ações – e a sanitização é uma delas.

Fora a indústria alimentícia, qualquer atividade produtiva pode se beneficiar com a sanitização de ambientes para trazer mais segurança aos seus funcionários e clientes. Uma empresa que não adota medidas preventivas pode amargar prejuízos com a contaminação de sua equipe e a perda da produtividade, além de não cumprir sua responsabilidade social.

No segmento industrial, a sanitização é uma forma excelente de desinfectar grandes espaços com eficiência e em pouco tempo. Os sanitizantes utilizados pela Hoffmann são produtos recomendados pelo Ministério da Saúde pela Anvisa, que não exigem a parada total da produção. Assim, a atividade pode ser retomada poucas horas após o procedimento.

Saiba mais: Food Safety e boas práticas de fabricação na indústria alimentícia

4. Restaurantes e cafés

Como mencionamos antes, a área de alimentação –indústria, comércio ou serviço – precisa de atenção redobrada a todos os aspectos da segurança, garantindo que o consumidor receberá um produto livre de contaminação. Não bastasse essa preocupação, o grande fluxo de pessoas em locais de manipulação de alimentos, como restaurantes e cafés, acendeu o sinal de alerta para o alto risco de contágio do coronavírus.

Esses estabelecimentos são considerados atividades essenciais e, por isso, sempre tiveram liberação para funcionar, mesmo quando outros negócios permaneciam fechados. Só que as exigências sanitárias para o funcionamento se mostraram numerosas, incluindo a sanitização dos ambientes, das superfícies, do mobiliário, dos utensílios e dos equipamentos.

Para os clientes, frequentar locais que sigam as normas exigidas gera alívio e confiança. Para o negócio, cumprir as exigências é uma forma de evitar problemas futuros e de fidelizar a clientela.

5. Residências

Nossa casa é o lugar onde devemos estar seguros, certo? Só que trazemos para dentro dela muitos elementos externos que podem carregar o coronavírus em suas superfícies: compras de mercado, entregas, produtos da farmácia… Sem contar nossas bolsas, mochilas e até a sola do sapato.

Junto às medidas de higiene pessoal, a sanitização da sua casa pode ser fundamental para a saúde de todos que vivem nela, já que o procedimento elimina quaisquer resquícios de vírus, fungos e bactérias que já estavam no local. Isso pode evitar novas contaminações.

No inverno e na primavera, o serviço ainda reforça a prevenção ao vírus da gripe e ajuda bastante a prevenir alergias e problemas respiratórios típicos da época. Logo, cuide da sua saúde e de quem você ama: considere a sanitização dos ambientes de sua residência, bem como a sanitização de colchões, tapetes e estofados.

Outros cuidados além da sanitização contra o coronavírus

Lembre-se de que, além da sanitização para o combate ao coronavírus, é fundamental seguir as recomendações de higiene e distanciamento social. Os cuidados incluem:

– Lavar as mãos com frequência;

– Aplicar álcool em gel 70% quando não houver água e sabão por perto;

– Utilizar máscara de proteção, principalmente em lugares fechados;

– Manter pelo menos 1m de distância das pessoas;

– Buscar atendimento médico ao apresentar febre, tosse ou falta de ar.

As medidas, aplicadas conjuntamente, representam um pré-requisito para frear o contágio do vírus. Embora a quantidade de casos e mortes por covid esteja diminuindo, devido à vacinação, é bom reiterar que a pandemia ainda não acabou. Nesse cenário, os protocolos sanitários continuam valendo.

Qual é a frequência ideal para a sanitização?

O tempo entre os procedimentos depende do volume de circulação de pessoas no ambiente. Veja as sugestões:

Locais com alto fluxo de circulação: sanitizar uma vez por semana;

Locais com médio fluxo de circulação: sanitizar quinzenalmente;

Locais com baixo fluxo de circulação: sanitizar mensalmente;

Residências: sanitizar a cada três meses ou em menos tempo, em caso de necessidade.

Mas essa é apenas uma média. Deve-se levar em conta as especificidades de cada lugar. Nossos técnicos poderão ajudar você a estabelecer a frequência ideal para a sanitização, com base nas particularidades do seu ambiente.

Cidades e locais beneficiados pela Hoffmann

Quando a crise da Covid-19 atingiu o Brasil, em março de 2020, o empresário José Hoffmann se perguntou: “o que podemos fazer para ajudar?”. A resposta foi a doação de um serviço especializado de sanitização de ambientes a instituições de saúde e locais com grande fluxo de pessoas. Essa seria uma maneira de frear o avanço do coronavírus no Rio Grande do Sul.

As ações voluntárias de sanitização aconteceram em municípios como Igrejinha, Gramado, Caxias do Sul, Porto Alegre e Sapiranga. Elas foram focadas tanto em hospitais e unidades de saúde quanto em pontos como ruas comerciais, praças e rodoviárias, entre outros.

José Hoffmann destaca que essa ação é simples, pois não exige a desocupação do local por muito tempo, permitindo a retomada das atividades logo após a aplicação do quaternário de amônio. Ela também pode ser feita de forma preventiva em agências bancárias, supermercados, indústrias, escolas e lojas em geral.

“Com mais de 30 anos de trabalho, nossa empresa é especialista e pioneira em sanitização há mais de 10 anos e, neste momento, sentimos que podemos fazer a nossa parte para ajudar. A sanitização periódica vem comprovando sua eficácia na eliminação do vírus, deixando os ambientes limpos e, o mais importante, seguros”, disse ele à época.

Nos links a seguir, você confere vídeos de ações voluntárias de sanitização realizadas em Igrejinha e Porto Alegre – essa última, em parceria com a Desinservice. O trabalho da Imunizadora Hoffmann foi destaque no programa Band Cidade, da Rede Bandeirantes, em maio de 2020.

No vídeo abaixo, você pode conferir como é a pulverização do sanitizante nos ambientes fechados das Unidades de Saúde. Repare que o produto pode ter contato com equipamentos, papéis, tecidos e outros materiais sem danificá-los.

Conte com a Hoffmann para sanitização contra o coronavírus

Não deixe que perigos invisíveis levem embora a saúde. Com a Hoffmann, você realiza a sanitização ideal para o seu lar ou a sua empresa.

Temos mais de 30 anos de experiência e fomos a primeira companhia do Estado a conquistar o Selo de Proteção Bayer, certificação internacional que comprova a excelência de nossos serviços. Investimos em capacitação técnica e em equipamentos de ponta para oferecer os melhores resultados, com eficiência, segurança e proteção ambiental.

Entre em contato conosco e agende sua sanitização. Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959WhatsApp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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