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Se seu imóvel tem cupim, você provavelmente já experimentou algum método de controle da praga. Existem produtos no mercado que prometem acabar com esses insetos. Mas o que fazer quando o cupinicida falha e os móveis continuam infestados?

Acredite, esse é um problema bastante comum. Nem toda substância líquida consegue deter o avanço dos destruidores de madeira. Por isso, você deve conhecer medidas eficientes (e seguras) para evitar estragos em seu patrimônio.

Quer aprender a forma correta de proteger a mobília? Então confira as dicas abaixo.

Principais erros na aplicação do cupinicida

Primeiro, precisamos falar dos erros humanos. O veneno de cupim pode até ser eficaz, mas esbarra na inexperiência de quem o aplica.

Sem conhecimento técnico, você pode investir em substâncias inadequadas ou errar a mão na dosagem. Aí o prejuízo aumenta: além de a infestação continuar causando danos, gasta-se dinheiro com o cupinicida errado.

Veja, a seguir, as falhas de quem tenta controlar a praga por conta própria.

Não saber qual é a praga

Você tem certeza de que os intrusos são cupins? Mesmo? Preste atenção, pois há outros insetos que destroem os móveis para encontrar alimento.

Geralmente, o cupim de madeira seca deixa resíduos granulados semelhantes a farinha de mandioca. Essas são as fezes do bicho.

Porém, caso você encontre um pozinho mais fino, parecido com farinha de trigo, talvez haja uma infestação por brocas. Essa espécie de besouro se aloja nas estruturas de madeira e rói o material.

Além disso, vale lembrar que até mesmo formigas podem causar problemas. Algumas disputam território com os cupins. Elas chegam a devorar os adversários e a atacar a madeira, também.

Como o veneno para matar cupim não é o mesmo para matar formiga, deve-se realizar uma inspeção técnica no local. Sabendo qual é a praga invasora, fica mais fácil encontrar a substância correta para conter a infestação.

Saiba mais: Formigas que comem cupins e atacam a madeira
Utilizar substâncias inadequadas

Isso leva ao nosso segundo ponto. Muita gente acredita que qualquer líquido com odor mais forte possa eliminar os cupins. Tem quem use verniz, vinagre, óleo de motor queimado e até querosene.

Esqueça essa ideia! Esses produtos não têm um princípio ativo capaz de controlar pragas. O máximo que podem fazer é deixar sua sala com cheiro ruim.

No mais, algumas dessas substâncias representam perigo para os consumidores. Sempre é bom lembrar que o querosene, por exemplo, é altamente inflamável. Aplicá-lo numa peça cheia de cupins eleva o risco de incêndios, até porque essas criaturas podem corroer fiações elétricas e causar curtos-circuitos.

Na dúvida sobre qual produto utilizar, prefira o cupinicida vendido em supermercado. No entanto, saiba que ele terá apenas função paliativa. O veneno eliminará cupins adultos, mas dificilmente atingirá o núcleo da colônia.

Não identificar o núcleo da colônia

Aliás, essa é a razão por que muito veneno de cupim não funciona. Os insetos escavam galerias no interior da madeira, penetrando cada vez mais fundo no móvel. A maioria nem sequer sobe à superfície durante a vida. Desse modo, o cupinicida não os atinge.

A rainha é uma que permanece lá dentro, protegida por uma legião de soldados. Enquanto ela estiver ativa, botando ovos e dando origem a novos súditos, a depredação continuará. Portanto, a única maneira de acabar com a praga é eliminando o núcleo da colônia.

Mais fácil falar que fazer, né? Quando o número de cupins ainda é baixo, basta injetar a substância correta na mobília. Contudo, à medida que o problema se espalha, fica cada vez mais complicado identificar a origem da infestação.

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Superdosar a quantidade de veneno

A última falha na aplicação do cupinicida diz respeito à dosagem certa. Ao perceberem que os seres indesejados continuam destruindo a madeira, algumas pessoas aumentam a quantidade de veneno. Essa seria a solução mais óbvia, certo?

Errado. O uso excessivo de substâncias desse tipo causa prejuízo apenas aos humanos. E não estamos falando somente do custo financeiro. A superdosagem de cupinicida pode ser tóxica.

Se você inalar veneno, pode apresentar tosse, falta de ar, náuseas e vômito. Os sintomas de envenenamento demandam atendimento médico urgente, então corra para a unidade de saúde mais próxima.

Você ainda pode entrar em contato com o plantão do Centro de Informação Toxicológica do Rio Grande do Sul (CIT/RS), no telefone 0800.721.3000. O atendimento é gratuito, opera 24 horas por dia e auxilia nos primeiros socorros.

Saiba mais: O que fazer após intoxicação por inseticida

Por que o veneno de cupim do mercado é ineficaz

Em primeiro lugar, tem a já citada questão do núcleo da colônia. O líquido não penetra tão fundo a ponto de matar a rainha.

Junto a isso, há o fato de que produtos de supermercado geralmente agem sobre insetos adultos. Ou seja: os ovos e as larvas continuam ilesos.

Não estamos dizendo que o cupinicida comum seja inútil. Ele pode contribuir para conter infestações em estágio inicial.

Por outro lado, a falta de prática do público leigo leva a resultados pouco ou nada satisfatórios. É comum que algumas larvas, ou mesmo insetos adultos, sobrevivam à imunização. Logo, os intrusos continuam seu caminho destruidor.

Resumindo, não adianta investir em venenos caros. A melhor alternativa para evitar o prejuízo é contar com ajuda especializada.

Saiba mais: Por que o cupim é o pior inimigo da casa de praia

Como acabar com os cupins de uma vez por todas

A dedetização de cupim, tecnicamente chamada de descupinização, é conduzida por uma equipe profissional. Os colaboradores realizam a investigação da área para encontrar os focos de infestação. Depois, aplicam a substância adequada para eliminar a espécie infestante – cupim de solo, cupim de madeira seca ou broca.

Os cupinicidas administrados pela imunizadora são de uso restrito, isto é, não podem ser vendidos a pessoas físicas. Apenas companhias autorizadas têm competência para conduzir essa atividade.

No Rio Grande do Sul, o órgão que licencia e fiscaliza o controle de pragas é a Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (Fepam). A licença da Fepam garante a segurança do procedimento. Por esse motivo, verifique se a empresa contratada está com a documentação em dia.

Saiba mais: 5 dicas para escolher a dedetizadora

O controle profissional de cupins e brocas, quando realizado corretamente, elimina ovos, larvas e insetos adultos. Os químicos utilizados no serviço são autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Assim, possibilitam acabar com a infestação sem agredir o meio ambiente.

Você já cansou de usar veneno de cupim que não funciona? Então conte com a Hoffmann. Fomos a primeira empresa do Estado a conquistar o Selo de Proteção Bayer, certificação internacional que comprova a excelência do serviço.

Entre em contato conosco e solicite um orçamento para controle de cupins e brocas. Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959. Whatsapp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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