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Os cupins diminuem o ritmo de destruição durante o inverno. As temperaturas baixas fazem com que o organismo dos insetos trabalhe mais devagar, retardando, inclusive, o ciclo de reprodução da colônia.

Porém, isso não significa que os móveis de madeira estejam livres de perigo. O cupim sobrevive ao frio. Mesmo que você não encontre farelos – o principal indício de infestação –, pode haver centenas de criaturas escondidas no ambiente. Elas apenas aguardam a próxima oportunidade para sair em revoada (e assustar as pessoas).

Diante desse cenário, os meses mais gelados são ideais para você investir na dedetização de cupim. Isso impede problemas mais sérios quando a primavera chegar. Continue a leitura e confira os detalhes.

Por que realizar a descupinização no inverno

Os cupins voadores, conhecidos como siriris ou aleluias, pertencem à casta reprodutora do grupo. É papel deles encontrar um parceiro ou uma parceira para copular. Assim, eles conseguem expandir território e perpetuar a espécie.

As revoadas costumam ocorrer na primavera. O clima mais quente indica aos insetos que é hora de sair do ninho. Então, quando você percebe, há bichos sobrevoando em torno da lâmpada ou largando asas pelo caminho.

Uma cena dessas gera pânico. Parece que a sala está sendo invadida por insetos, não é mesmo? Só que não se trata, propriamente, de uma invasão. Muitas vezes, as criaturas já estão no interior das peças de madeira há meses. Talvez elas passem despercebidas em sua casa ou seu escritório, mas não quer dizer que não existam ali.

Saiba mais: Aprenda tudo que você precisa saber sobre cupins

Cupins mantêm uma atividade discreta. Eles escavam túneis e vão penetrando cada vez mais fundo no armário, no assoalho ou no batente da janela. Essa estratégia protege a rainha (e todos os súditos) de possíveis predadores. Ou seja: dificilmente você enxergará os animais na superfície, pois eles sabem se esconder.

Os sinais visíveis de infestação surgem somente num estágio tardio. Farelo de madeira acumulado num canto, tábuas ocas e até barulhos indicam que a cupinzama já está fora de controle.

Nesse caso, o serviço de descupinização acaba saindo mais caro. É necessário utilizar uma quantidade maior de inseticida para eliminar completamente a praga. Sem contar que as estruturas afetadas ficam comprometidas e devem ser descartadas. Baita prejuízo material, hein?

Por isso, não vale a pena esperar até o próximo “ataque” das aleluias. A melhor época para controlar cupins de madeira seca é o inverno. Lembre-se de que os dias gelados desaceleram o trabalho da colônia. Desse modo, fica fácil conter o avanço dos insetos antes que eles causem ainda mais avarias.

A dedetização de cupim também cria uma barreira protetora na área. Isto é, além de resolver o problema atual, o procedimento bloqueia o acesso de novos invasores. São as chamadas ação curativa e ação preventiva.

Que tal manter sua residência ou sua empresa preservadas o ano todo? Então veja a seguir quais são os cuidados para garantir uma descupinização eficaz.

Saiba mais: Cupim é o pior inimigo da casa de praia

Controle de cupins deve ser realizado por profissionais

A internet está repleta de receitas caseiras para matar cupins. Muito se fala em aplicar vinagre ou óleo de motor nos móveis, por exemplo. No entanto, essas soluções não têm função cupinicida comprovada.

Elas tampouco penetram até o núcleo do ninho. Logo, a rainha continua ativa, depositando milhares de ovos no conforto do próprio lar. É dali que surgirão as próximas gerações de soldados, operários e reprodutores, que se alastrarão por dentro da madeira e nem sequer terão contato com os líquidos fedorentos.

Outra opção tida como boa para resolver infestações é o querosene. Não se engane. Igualmente ineficaz, o combustível é, sobretudo, inflamável. Portanto, a administração desse material pode causar incêndios. Fique longe dele!

Por fim, há os venenos comercializados em supermercados. Alguns até são efetivos no controle de pragas recentes, mas nem sempre funcionam. Isso porque os consumidores têm dificuldade em localizar o ponto correto de aplicação do produto. E basta um inseto sobrevivente para a devastação continuar.

Como o problema persiste, algumas pessoas recorrem a doses mais altas de inseticida. Aí vem o perigo da intoxicação. Sintomas como tosse, falta de ar, náusea, vômito e irritação respiratória devem ser investigados, uma vez que podem sinalizar complicações de saúde mais sérias.

Se você notar qualquer mal-estar após o manejo desses químicos, entre em contato com o plantão do Centro de Informação Toxicológica do Rio Grande do Sul (CIT/RS): 0800.721.3000. O atendimento é gratuito e funciona 24 horas por dia.

Saiba mais: Por que o veneno de cupim não resolve a infestação?

Mas, afinal, como realizar um controle de cupins definitivo? Com o uso de domissanitários, substâncias recomendadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Apenas empresas autorizadas podem recorrer a esse método, então você deve contratar uma imunizadora habilitada para a tarefa.

Primeiro, a equipe conduz uma investigação técnica para identificar a espécie invasora e localizar os focos de infestação. Depois, são administrados os recursos corretos para fazer o serviço sem danificar as estruturas de madeira.

Existem duas formas de efetuar a descupinização. Uma delas é a injeção focal, recomendada para móveis de luxo e artigos delicados. Nessa técnica, o domissanitário é injetado diretamente nos túneis escavados pelos insetos. O produto atinge o cerne da colônia, impedindo que a reprodução continue.

Injeção focal no serviço de descupinização.

Injeção focal no serviço de descupinização.

Para situações mais graves, recomenda-se a pulverização. O processo requer o isolamento e a evacuação do perímetro por um prazo mínimo de 24 horas. Esse é o tempo para a substância secar e os níveis de toxicidade baixarem, de modo que o ambiente possa ser reocupado.

A Hoffmann conta com mais de 30 anos de experiência no controle de pragas. Nossas equipes são altamente qualificadas para a dedetização de cupins.

Nós seguimos manuais de boas práticas, utilizamos equipamentos de proteção individual e passamos por treinamentos de capacitação periódicos. Não é à toa que fomos a primeira empresa do Estado a conquistar o Selo de Proteção Bayer, um reconhecimento às melhores práticas do ramo.

O serviço de controle de cupins e brocas tem garantia de um ano, com assistência técnica durante todo o período. Entre em contato conosco e solicite um orçamento. Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959. Whatsapp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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