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Das milhares de espécies de roedores no mundo, você só precisa se preocupar com três: ratazana, rato-preto e camundongo. Essas criaturas são consideradas pragas urbanas. Elas se proliferam rapidamente, causam prejuízos materiais e podem transmitir doenças.

Hoje você vai aprender um pouco mais sobre os três tipos de ratos que atormentam as cidades brasileiras. Conheça as características físicas, entenda os hábitos e, principalmente, saiba como controlar infestações desses seres indesejados.

Ratazana: o rato de esgoto é o mais agressivo

Vamos começar pela maior e mais braba das criaturas que abordaremos neste post. A ratazana (Rattus norvegicus) pode chegar a 50 centímetros de comprimento, considerando o corpo e a cauda. Ela também é caracterizada pela pele áspera e pelas membranas natatórias nos pés.

O atributo físico torna o bicho um exímio nadador. Considerando que ele prefere habitar locais úmidos, quentes e escuros, as galerias subterrâneas acabam sendo a moradia perfeita. Não é à toa que muita gente conheça essa praga como “rato de esgoto” – embora ela ainda possa ser encontrada em outros locais, como lixões.

A dieta de uma ratazana costuma ser bastante variada. O animal gosta de cereais, mas se contenta com os resíduos orgânicos das lixeiras.

Dificilmente você vê um exemplar dessa espécie zanzando pela rua. De hábitos noturnos, o Rattus norvegicus passa a maior parte do tempo dentro da rede pluvial. Porém, ele pode ficar desalojado durante enchentes. É que as bocas de lobo entopem e expulsam a bicharada para a superfície.

Nessas situações, tome cuidado para evitar o contato direto com ratazanas. Elas podem transmitir salmonelose e tuberculose, entre outras doenças. Além disso, como vivem em ambientes sujos, contraem parasitas como ácaros e pulgas, que são transportados de forma passiva para outros lugares.

Saiba mais: Ratos ou baratas – quais são os piores?

Rato-preto se espalha pela casa com facilidade

Se o trunfo da ratazana é nadar longas distâncias, o rato-preto se destaca pela habilidade de escalar paredes. Forte e ágil, o Rattus rattus pode se alojar em forros, beirais, sótãos e telhados dos prédios. É daí que vem o apelido “rato de telhado” – ainda que alguns montem ninho em qualquer buraco de muro.

A aparência mete (um pouco) menos de medo. Os adultos medem entre 15 e 20 centímetros. Outra forma de distingui-los dos demais roedores é pelas orelhas grandes.

Em geral, essa praga infesta armazéns e zonas portuárias. Tratam-se de espaços com grande concentração de comida – legumes, frutas, raízes, carnes e pequenos insetos. No entanto, toda cozinha está suscetível a uma infestação, até mesmo na sua residência.

O rato-preto se esconde em locais próximos à fonte de alimento. Ele sai da toca à noite para garantir a próxima refeição.

Por escalar paredes e atravessar as mais diversas superfícies, ele espalha bastante sujeira por onde passa. Com o tempo, é possível notar manchas de gordura no caminho traçado pelo bicho.

Mais que prejuízo material, isso se torna um problema de saúde pública. Tifo, toxoplasmose e peste bubônica são apenas algumas das enfermidades que o rato de telhado é capaz de transmitir.

Saiba mais: 7 sinais de infestação por ratos no ambiente

Camundongo: o que tem de simpático tem de perigoso

Por fim, chegamos ao camundongo (Mus musculus), com cerca de 10 centímetros e orelhas grandes, arredondadas. A espécie é inteligente e apresenta elevado nível de sociabilidade com humanos. Inclusive, muitas pessoas adotam esse ser como animalzinho de estimação.

Mas não se deixe enganar pela aparente fofura. Os bichos destroem gavetas, armários e até caixas para construir o ninho.

Muito inquietos, eles rondam a casa praticamente a noite inteira em busca de alimento. Podem passar pelo mesmo ponto dezenas de vezes e, a cada nova visita, comem um bocado mais. Carne e derivados de leite são alguns dos itens que os camundongos adoram consumir.

A infestação tende a ocorrer no interior das edificações, pois esse tipo de rato vive em áreas secas. Quanto mais próximo da comida, maiores as chances de haver uma colônia dos pequenos dentuços. Eles raramente andam mais que cinco metros para buscar o lanche.

Apesar do potencial de domesticação – existem até rações especiais à venda no mercado –, você deve tomar cuidado com camundongos que venham da rua. Eles podem carregar microrganismos transmissores de mais de 50 doenças. Se é para ter um pet desses, que seja numa gaiola, com a orientação de um veterinário.

Saiba mais: O que fazer para controlar ratos no jardim?

Como controlar infestação por ratos

Como você pôde perceber, ratazanas, ratos de telhado e camundongos têm hábitos um tanto diferentes. É por isso que se recomenda a contratação de uma equipe especializada para conduzir a desratização.

O primeiro passo consiste na investigação técnica. Os profissionais vasculham a área para identificar qual é a praga invasora. Desse modo, conseguem definir a abordagem certeira para eliminá-la, de acordo com o comportamento da espécie em questão.

Por exemplo, muitos ratos são neofóbicos, isto é, temem novidades. Portanto, não adianta simplesmente oferecer queijo numa ratoeira e esperar que o felpudo caia na armadilha. O mais provável é que ele desconfie daquele aparato e passe longe!

Por isso, a etapa seguinte à investigação técnica é a instalação de gaiolas e iscas em pontos estratégicos. Produtos raticidas autorizados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também podem ser administrados.

A desratização completa leva algum tempo. Via de regra, a imunizadora realiza três operações, com intervalos de 15 dias entre cada uma delas. Esse procedimento escalonado é necessário porque os filhotes permanecem no ninho durante o primeiro mês de vida. Assim, deve-se aguardar que os remanescentes atinjam a maturidade para que se possa concluir a captura dos invasores.

Saiba mais: Como matar ratos sem pôr a própria segurança em risco

Medidas para controlar rato-preto, ratazana e camundongo

Junto ao controle profissional de ratos, você deve adotar cuidados para impedir que os roedores invadam a área. Confira algumas sugestões:

– Deposite o lixo em latões protegidos com tampa;

– Evite acumular entulho em depósitos, garagens ou pátios, pois servem de ninho de rato;

– Guarde os alimentos (inclusive ração de animais) em recipientes fechados;

– Instale grades nos ralos para evitar que ratazanas subam pelo encanamento;

– Realize faxinas periódicas.

Precisa de ajuda profissional? Chame a Hoffmann. Nossos colaboradores são treinados para acabar com as infestações mais difíceis.

Entre em contato conosco e solicite um orçamento para controle de ratos / desratização. Fones: (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959. Whatsapp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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