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São muitas as doenças causadas por pragas urbanas. Talvez você já se preocupe com a dengue e tenha ouvido falar na leptospirose, mas o fato é que outras infecções tão ou mais graves passam despercebidas pela população. Por exemplo, conhece a amebíase? Sabia que a peste bubônica ainda mata pessoas, séculos após a Idade Média?

Hoje vamos falar um pouco sobre os sintomas e as formas de transmissão dessas enfermidades. Fique conosco para saber os detalhes. Confira, ainda, as melhores formas de prevenção.

Algumas das piores doenças causadas por pragas urbanas

Do rato à barata, do mosquito à pulga, não tem escapatória. As pragas urbanas, mais que nojentas, são uma ameaça à saúde pública. Veja por quê:

1. Gastroenterite

Principal praga transmissora: barata de esgoto (Periplaneta americana)

A gastroenterite é uma inflamação intestinal que causa enjoo, vômito e diarreia. A transmissão acontece por via fecal-oral, ou seja, a partir de fezes contaminadas pelo rotavírus ou por bactérias.

É por isso que consideramos as baratas um importante vetor. Elas vivem no esgoto e, nesse local, podem entrar em contato com o cocô dos pacientes. Então, passam a carregar microrganismos nocivos nas próprias patas.

Em seguida, as cascudas invadem a sua casa e espalham esses micróbios por onde passam. Aí basta você ingerir um alimento sujo, ou mesmo água que entrou em contato com os insetos, para ficar doente.

2. Febre tifoide

Principal praga transmissora: mosca (Musca domestica)

A febre tifoide é uma infecção bacteriana causada pela Salmonella. Os sintomas incluem febre, dores pelo corpo e tosse seca, podendo evoluir para delírios e erupções cutâneas nos casos mais graves.

A mosca doméstica pode transmitir essa doença porque também carrega bactérias no corpo. Os microrganismos, presos nos pelos do inseto, são liberados quando ele pousa na comida ou mesmo numa ferida de pele de uma pessoa.

Para prevenir tanto a febre tifoide quanto a gastroenterite, é importante lavar bem as mãos e os alimentos antes do consumo.

3. Dengue

Praga transmissora: mosquito (Aedes aegypti)

A fêmea do Aedes aegypti pode carregar vírus causadores de diversas doenças, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. Elas têm sintomas bem parecidos entre si, que costumam incluir febre, dores no corpo e cansaço.

No ano de 2022, o Rio Grande do Sul registrou uma explosão de casos de dengue. Foram mais de 28 mil pessoas infectadas até o dia 23 de maio, sendo que 35 morreram por causa da doença.

(Para fins de comparação, o acumulado de ocorrências de dengue entre 2015 e 2021 não passou de 19,4 mil no estado, segundo o Monitoramento de Arboviroses do RS.)

Para prevenir novos surtos, é importante eliminar os criadouros do inseto, que se reproduz em água parada e limpa. No link abaixo nós damos dicas de como evitar a proliferação do Aedes. Também explicamos, em detalhes, as diferenças entre dengue, chikungunya e zika.

Saiba mais: Como se proteger da dengue

4. Malária

Praga transmissora: mosquito (Anopheles darlingi)

A malária é mais comum na região amazônica, mas o mosquito transmissor pode ser encontrado em estados do Centro-Oeste e do Sudeste brasileiros. Assim, quem viaja para esses lugares deve prestar atenção aos sintomas.

A doença se caracteriza por febre alta, calafrios e tremores. O paciente ainda apresenta sudorese e fortes dores de cabeça. Felizmente, o tratamento é ambulatorial, com medicamentos distribuídos de graça pelo SUS.

5. Leptospirose

Praga transmissora: rato (Rattus rattus)

A bactéria Leptospira pode estar presente na urina dos roedores. Portanto, onde tem ninho de rato, há risco de transmissão da leptospirose.

O contato com materiais infectados pode causar febre e fortes dores musculares, particularmente nas panturrilhas. Na forma grave da doença, pode ocorrer inflamação nos pulmões, no fígado e nos rins. Alguns pacientes chegam a precisar de diálise – e a possibilidade de óbito não está descartada.

6. Peste bubônica

Praga transmissora: pulga de rato (Xenopsylla cheopis)

Além de carregar micróbios na urina, os ratos também são hospedeiros para outros parasitas, como as pulgas. Algumas delas podem disseminar a bactéria Yersinia pestis, responsável pela peste bubônica.

Acredita-se que 25 milhões de europeus tenham morrido em decorrência dessa enfermidade durante a Idade Média. O número equivale a um terço da população do continente naquela época.

Hoje existe tratamento com antibióticos, mas a infecção ainda é considerada grave. Foram 3.248 casos no mundo entre 2010 e 2015, sendo que, desses, 584 indivíduos morreram.

A peste bubônica dá febre, calafrios, tosse e dificuldade de respirar. Outras características são o inchaço dos linfonodos e a frequência cardíaca acelerada.

7. Amebíase

Principais pagas transmissoras: moscas e formigas

A Entamoeba histolytica está na fezes. Porém, quando moscas e formigas passam por lugares sujos, elas podem carregar os ovos maduros dessa ameba. Resultado: acabam levando o parasita para outros locais, inclusive a sua cozinha.

A contaminação atinge o intestino grosso do paciente. Os sinais mais comuns são diarreia, constipação e cólicas abdominais.

A amebíase também é comum em áreas onde não há saneamento básico. Afinal, sem condições sanitárias, os moradores têm mais dificuldade para higienizar a casa e os alimentos.

Saiba mais: Água contaminada causa diversas infecções – veja como se proteger

Como se proteger de doenças causadas por pragas

Após listarmos algumas doenças que as pragas urbanas causam, falta mencionar os cuidados de prevenção. Basicamente, você e sua família devem ficar longe dos insetos e dos roedores! Isso é possível com as seguintes medidas:

– Evite acumular lixo no pátio ou na garagem;

– Mantenha a faxina em dia, pois a sujeira atrai invasores indesejados;

– Conserte vazamentos ou infiltrações, já que alguns insetos adoram umidade;

– Lave bem os alimentos antes do preparo;

– Consuma apenas água potável (mineral, filtrada ou fervida);

– Descarte produtos que apresentem sinais de roeduras;

– Tendo sintomas como febre e indisposição, vá à Unidade Básica de Saúde mais próxima para receber o tratamento adequado (como existe um remédio diferente para cada doença, apenas um profissional poderá indicar a melhor alternativa para o seu caso);

– Invista no controle de pragas profissional. Esse serviço cria uma barreira protetora no ambiente, eliminando focos de infestação e impedindo que novas criaturas se instalem em sua casa.

Saiba mais: Não é dedetização, é controle de pragas!

A Hoffmann tem mais de 35 anos de atuação em controle de insetos, controle de ratos e controle de cupins. Nossa equipe pode ajudar você a se livrar das pragas com total segurança sanitária e ambiental.

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