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Chega a temporada de veraneio e a história se repete: é hora de lidar com as consequências da casa fechada na praia. Se você passou muito tempo sem visitar o imóvel, com certeza vai ter problemas relacionados a mofo, sujeira e pragas. E agora, o que fazer?

5 problemas relacionados à casa fechada (e como combatê-los)

Antes de reocupar o espaço, sugerimos que você vá até o local para fazer uma vistoria. Assim, poderá providenciar os reparos necessários. Acompanhe na lista abaixo como lidar com cada situação.

1. Mofo

Passar as férias numa casa com cheiro de mofo não é nada agradável. Porém, acontece justamente isso com quem mantém o imóvel fechado por muito tempo.

A umidade e a falta de incidência solar favorecem a proliferação de bolor. E os fungos são perigosos de diversas maneiras. Além de representar um perigo ao patrimônio, pois deterioram as estruturas da edificação, eles também podem causar alergias respiratórias nas pessoas.

A solução para amenizar o desconforto está numa boa faxina. Você deve abrir as janelas para arejar a casa, passar um pano com álcool nas paredes e lavar a roupa de cama antes de usá-la.

Porém, se os espirros continuarem, é sinal de que ainda há agentes alergênicos nos arredores. Nesse caso, indicamos que você recorra à sanitização do ambiente. Esse procedimento elimina as impurezas do ar e cria uma barreira protetora contra fungos, vírus e bactérias.

Saiba mais: Tudo que você precisa saber sobre sanitização de ambientes

2. Sujeira

Engana-se quem pensa que casa fechada permanece limpa. Mesmo inabitado, o lugar vai acumulando poeira – que vem pelas frestas das portas e janelas, por exemplo.

E vale lembrar que o imóvel já foi usado anteriormente, né? É bem provável que tenham restado sujidades da temporada passada, desde pelos de animais de estimação até fragmentos de pele humana.

Essa matéria orgânica se impregna em colchões, poltronas e tapetes. É o banquete ideal para os ácaros, minúsculos aracnídeos que vivem ali. Agora imagine eles se alimentando e se multiplicando durante o ano inteiro!

Para piorar, essas criaturas soltam excrementos que se espalham pela casa toda. Quando inaladas por humanos, as partículas irritam as vias aéreas e causam alergia.

Novamente, a faxina é a aliada contra o funga-funga. Recomenda-se o uso de aspirador de pó, já que vassoura e espanador apenas espalham a sujeira. Junto a isso, vale recorrer à sanitização de colchões, tapetes e estofados, projetada para uma higienização profunda, com sete etapas de filtragem.

3. Água suja

A caixa d’água de uma residência deve ser higienizada a cada seis meses. Isso porque, mesmo sem uso, o reservatório acumula algas, minerais e outros elementos que vêm pela rede de abastecimento.

Com o tempo, esse material vai criando incrustações escuras nas paredes internas do recipiente. Elas podem inclusive causar fissuras, inutilizando o equipamento.

Fora a questão material, ainda tem o risco das pragas. Um reservatório de água rachado abre espaço para que o mosquito da dengue se prolifere ali dentro. Já baratas e ratos podem aproveitar a brecha para matar a sede.

Você beberia água com larva de mosquito e pelo de rato? Não, né? Por isso, vale a pena investir na higienização profissional da caixa d’água. Uma equipe de especialistas faz a limpeza das paredes internas e ainda realiza a desinfecção bacteriológica, que remove os agentes infecciosos invisíveis.

4. Cupins

Os cupins são outro terror da casa fechada. Basta abrir um armário para reconhecer sinais de infestação, como pó de madeira e asinhas transparentes espalhadas pelo móvel.

Existem duas espécies que rendem bastante preocupação em áreas urbanas. O cupim de madeira seca (Cryptotermes brevis) devora qualquer material celulósico, até mesmo estofados e papéis. Já o cupim de solo (Coptotermes gestroi) vive em colônias embaixo da terra, pois prefere regiões mais úmidas, mas pode destruir paredes de concreto e fiações para chegar até o alimento.

A presença de cupins na casa de praia demanda uma inspeção rigorosa do local. Você deve verificar se móveis, rodapés, portas, batentes, janelas e esquadrias foram atingidos. Ainda, é importante observar se as instalações elétricas estão funcionando corretamente.

Havendo qualquer sinal de estrago, o melhor a fazer é chamar ajuda especializada. Como inseticidas comuns não atingem o núcleo da colônia, sempre haverá cupins escondidos no ambiente, danificando as estruturas de dentro para fora. Portanto, invista no controle de cupins dias antes de habitar o espaço.

Saiba mais: Cupins são o pior inimigo da casa de praia

5. Outros insetos

Há diversos invasores que fazem a festa numa residência fechada. As aranhas, por exemplo, procuram um refúgio escuro e seco para se abrigar. É por esse motivo que elas geralmente aparecem no fundo do guarda-roupa, dentro das gavetas ou mesmo em frestas do assoalho.

Enquanto isso, as pulgas chegam a sobreviver 200 dias sem comida. Desse modo, o fato de não haver pessoas ou animais no local não é suficiente para acabar com uma infestação.

E o que dizer das baratas? O calor acelera o ciclo reprodutivo das cascudas, que fazem ninho em áreas tão diversas quanto forno, motor da geladeira e tubulações. Para piorar, elas são presas naturais do temido escorpião amarelo, então uma praga pode atrair outra.

Lembre-se: venenos comprados em supermercado matam apenas os insetos que estão à vista. A maioria deles fica escondida no ninho, o que pode dificultar o combate. Sendo assim, infestações graves demandam ação profissional. É necessário recorrer ao serviço de controle de insetos, conhecido popularmente como dedetização.

Quer tornar a casa habitável novamente? Chame a Hoffmann!

E então, gostou das dicas? Esperamos que o artigo de hoje tenha trazido informações úteis. Agora só falta providenciar os serviços para resolver os problemas da casa e curtir as férias com todo o bem-estar que você merece.

Conte com a Hoffmann nessa tarefa. Nós fomos a primeira imunizadora do estado a receber o Selo de Proteção Bayer, garantia internacional de qualidade nas operações.

Atuamos com controle de pragas, sanitização e higienização de reservatórios. Entre em contato conosco e solicite um orçamento!

Fones:  (51) 3545-4999 | (51) 98111-4999 | (54) 99983-5959WhatsApp: (51) 99749-4400. Atendemos em todo o Rio Grande do Sul.

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