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Você já começou a ver asinhas de cupins caídas pelo chão da casa ou nos batentes das janelas? Isso é um mau sinal: significa que eles já chegaram e já começaram a formar novas colônias na sua casa.

Na primavera e no verão, em dias quentes e úmidos, se uma colônia está muito povoada, os cupins alados saem em revoada para encontrar parceiros e criar colônias em novos locais. Este é o ciclo normal de reprodução da espécie. O problema é quando as novas colônias são formadas em nossos móveis ou, pior ainda, na estrutura da nossa casa.

Entenda o processo e saiba como se proteger das revoadas típicas desta época!

Qual o motivo da revoada e por que eles escolheram a sua casa?

Bem, vamos dar um passinho atrás e entender o que acontece! Em primeiro lugar, é importante saber que cupins são seres sociais, ou seja, eles vivem em uma coletividade e possuem castas bem definidas dentro da sua estrutura social. Existem 3 castas de cupins: os obreiros, os soldados e os reprodutores.

Enquanto os obreiros cavam galerias, buscam alimentos, constroem a colônia e cuidam dos cupins jovens, os soldados têm como principal função proteger a colônia dos predadores e os reprodutores são responsáveis pela proliferação da espécie e pela criação de novas colônias. São apenas os reprodutores que possuem asas, pois eles devem abandonar a sua colônia na revoada, encontrar um parceiro de outra colônia (que também está em revoada), estabelecer um local seguro e iniciar a reprodução. Estes cupins alados também são conhecidos como siriris ou aleluias.

Eles não conseguem diferenciar entre a luz artificial e a luz da lua, por isso acabam indo em direção às casas. Como as revoadas ocorrem principalmente no fim do dia, as luzes acesas atraem os insetos.

Eles chegaram! E agora?

Bem, se eles chegaram até a sua casa, você pode ter certeza de duas coisas:

  1. Existe uma colônia perto de você! Sim, a revoada é curta, então a colônia está próxima;
  2. Se você encontrou as asinhas soltas, isso significa que uma nova colônia estava sendo criada, naquele exato momento, na madeira mais próxima de você (portas, janelas, móveis) ou em pilhas de papéis, livros ou tecidos.

Os cupins que conseguiram encontrar seu parceiro e conseguiram abrigo começarão a escavar o local onde vão acasalar, iniciar a postura dos ovos e dar início à nova colônia, agora como rei e rainha. A rainha pode viver até 40 anos, pondo milhares de ovos por dia.

É por isso que essa é a hora mais crítica para chamar o serviço de descupinização: para evitar o aumento da colônia e o estrago dos seus bens. Lembrando que a maioria dos seguros não cobre danos estruturais causados por cupins, então a melhor política é a prevenção!

Infográfico Sinais de Infestação

Como se proteger da revoada dos cupins alados?

Para se proteger dos cupins alados você pode tomar medidas paliativas ou optar pela descupinização e criar uma barreira protetora na sua casa e nos seus móveis.

Vamos ver a seguir as medidas mais utilizadas e por que elas não são efetivas:

  • Telas protetoras nas janelas e portas: evitam a entrada da revoada para o interior da residência, mas não podem impedir os cupins de se estabelecerem no madeiramento do seu telhado, nos móveis da área externa ou mesmo no jardim.
  • Desligar as luzes: da mesma forma que a medida anterior, desligar as luzes pode evitar que a revoada venha em direção ao interior da casa, mas não impede que o abrigo encontrado seja na parte exterior da casa ou no telhado.
  • Soluções caseiras: você já deve ter visto várias receitas para acabar com os cupins, geralmente envolvendo substâncias fortes como querosene, creolina, entre outros. Não funciona. Aliás, cria-se mais um fator de risco, já que alguns materiais são altamente inflamáveis e, na ocorrência de um curto-circuito, por exemplo, podem desencadear uma grande tragédia.
  • Venenos comuns: Os cupins ficam em locais mais distantes da superfície e os venenos indicados para isso não chegam até a colônia ou podem não exterminar todos os cupins, fazendo com que a infestação continue. Os cupinicidas vendidos no varejo também não evitam futuras infestações. Em geral, o consumidor gasta com produtos de qualidade mas não consegue exterminar completamente os insetos.

 

descupinização definitiva envolve vários procedimentos: os profissionais realizam uma investigação técnica para localizar possíveis focos de infestação, identificam a espécie dos insetos e administram produtos específicos e controlados. Trata-se tanto de uma prática curativa, no caso de colônias já existentes, quanto preventiva, impedindo a chegada de novos intrusos com a criação de uma barreira protetora.

Saiba mais: Cupim, o pior inimigo da casa de praia

Como saber se já existe infestação?

O erro mais comum é ignorar a ameaça e acreditar que eliminou os cupins alados logo que eles chegaram e por isso não houve tempo para eles se estabelecerem e iniciarem o estrago. Na verdade, não tem como saber quantos vieram, nem por onde eles entraram: esses bichinhos podem começar uma infestação inclusive entrando por rachaduras em paredes.

E pode levar semanas até que se perceba os grãozinhos que são o sinal mais aparente da presença de cupins. Aliás, esses grãozinhos são as fezes deles. O excremento só começa a aparecer quando a galeria escavada já está cheia e transborda. Nesse ponto, sabe-se lá quantos outros cupins já não foram criados!

Saiba mais: Aprenda tudo sobre cupins e evite infestações

Descobrir onde estão essas colônias, qual sua extensão e volume e quais técnicas serão combinadas para eliminar a praga é trabalho que exige conhecimento técnico especializado. Por isso, a descupinização deve ser realizada por uma empresa autorizada pelos órgãos reguladores. Os profissionais devem utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs) e seguir manuais de boas práticas para reforçar a segurança do local. Os produtos aplicados devem ser cupinicidas de uso controlado, autorizados pelo Ministério da Saúde, mas que só podem ser administrados por empresas que tenham autorização dos órgãos fiscalizadores.

Para escolher a imunizadora, pesquise sobre ela, confira de se a empresa tem licença da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam), órgão que atesta que a empresa está operando de forma legalizada e de acordo com as condições exigidas; desconfie de orçamentos abaixo da média, já que um serviço de qualidade exige uma equipe em constante treinamento e produtos de qualidade; e exija garantia do serviço, pois, dependendo da infestação, o controle de pragas pode precisar ser reforçado pela equipe técnica.

Hoffmann oferece garantia de um ano no controle de cupins e brocas. Fomos a primeira empresa do Estado a conquistar o Selo de Proteção Bayer, certificação internacional que comprova a excelência do serviço.

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